DEI CARONA E METI NA IRMÃ DO MEU MELHOR AMIGO

O fato que narrarei agora aconteceu numa bela tarde de segunda feira em 2010, quando eu havia terminado de sair da agência dos correios e seguia para o local onde o meu carro estava estacionado. No percurso, eis que encontro com a jovem Bianca, nome fictício é claro (irmã do meu melhor amigo), que eu não via já fazia alguns meses. Era uma bela jovem sem dúvida, do tipo bem saidinha e ao mesmo tempo bem segura de si. Bianca era uma mulher linda no auge dos seus vinte aninhos, muito inteligente e linda, mas linda mesmo. Eu bem que já havia dado umas cantadas em outras ocasiões quando tive a oportunidade de ficar a sós com ela, que sempre se esquivava das minhas cantadas e investidas, como que fingindo não perceber, mas sem deixar abalar a nossa amizade e principalmente, sem falar nada para o irmão que é o meu melhor amigo. Após nos cumprimentarmos com os tradicionais beijinhos no rosto, perguntei-a o que estava fazendo ali no centro da cidade naquela hora e ela disse que havia ido ao banco pagar umas faturas da loja dos pais dela e pretendia dar uma esticada até o shopping antes de retornar para casa. Como eu estava indo na casa de um amigo que ficava num bairro vizinho e passaria em frente a shopping, perguntei-a se aceitaria uma carona e ela disse que sim, que seria uma boa e juntos seguimos para o meu carro. No trajeto antes de chegar ao shopping, ela perguntou onde eu estava indo e eu contei-lhe que na casa de um amigo em determinado bairro, para ver a moto do irmão dele que eu estava disposto a comprar. Ela então perguntou se eu me importaria se ela fosse comigo, já que estava de bobeira e a ida ao shopping seria só mesmo para passar tempo, já que não pretendia voltar logo para casa. Eu disse que seria um prazer ter a companhia dela e passei reto seguindo para o meu destino. Dirigia numa velocidade bem moderada para que a viagem demorasse um pouquinho mais, de modo que pudéssemos conversar bastante e assim foi acontecendo. Falávamos sobre tudo e não tardou para entrarmos no assunto namoro, relacionamento e sexo. Foi ai que conheci um outro lado da minha amiga que não tinha nada de recatada como eu imaginava e ela deixava transparecer, pois ela falava abertamente sobre sexo, me fazendo perguntas sobre minhas intimidades com as mulheres que eu saia ou namorava e falava sobre as dela com os ficantes e namorados. Meu cacete já estava bem duro embaixo da bermuda que eu usava e eu disse pra ela, que sem hesitar disse que já estava ficando com a bucetinha molhadinha também e tomada por um tesão danado. Eu então aproveitando a deixa, disse que queria ter a sorte dos caras que já tiveram com ela e dos namorados que ela teve, pois além dela ser uma gata, bem sapequinha e ter aquele corpinho maravilhoso, devia ter uma bucetinha linda e certamente deliciosa para brincar. Ela riu e disse que nunca nenhum deles reclamou e todos foram só elogios. Eu então reforcei o que já havia dito e perguntei se um dia eu teria a sorte deles e ela me disse: ‘Tudo é possível, quem sabe um dia’.
Aquilo soou como um balde de água fria pra mim que fingi não ter sentido. Percorrermos mais alguns quilômetros e chegamos na casa do meu amigo. Logo que chegamos ele e o irmão vieram ao nosso encontro no carro. Eu e ela então descemos e após apresenta-la à eles, fomos ver a moto, que aproveitei para fazer um teste, dando uma volta com ela na garupa pelas ruas do bairro, retornando minutos depois. Moto estava aprovada e eu bem interessado, mas faltava chegarmos ao acordo financeiro, já que ele havia dito sérum valor e naquele momento veio com outro bem mais acima. Conversamos um pouco e eu fiz uma contra proposta para ele que ficou de pensar e me dar a resposta no dia seguinte. Nos despedimos então. Já dentro do carro e retornando para o centro da cidade, Bianca falando sobre a moto, disse que foi uma pena não termos chegado a um acordo e em seguida me perguntou se o que eu havia falado pra ela antes era verdade, Fingi não ter entendido e perguntei sobre o que e ela disse sobre eu deseja-la e achar que ela tem uma bucetinha linda. Eu disse que sim, que a desejei desde o dia que a conheci e que achava que ela devia ter uma bucetinha linda. Neste instante ela olhou pra mim com um sorriso nos lábios e com a maior naturalidade ergueu a sainha, puxou a calcinha pro lado e me mostrou a rachinha (linda como eu imaginava), perguntando-me o que eu achei. Reduzi bem a velocidade do carro indo pelo acostamento e disse que era linda e certamente muito gostosa. Ela então perguntou se eu não gostaria de provar para ter certeza e eu disse que não via a hora, pois seria a concretização de um sonho. Ela sorrindo falou: ‘Quem bom saber, então vamos para sua casa ou onde você quiser me levar, pois serei toda sua, já estou cheia de tesão e com a minha xaninha queimando e molhando cada vez mais’. Não precisou falar mais nada, acelerei o carro e em poucos minutos já estávamos chegando na minha casa, onde guardei o carro na garagem e ali mesmo já passei a beijá-la e tocá-la naquele belíssimo corpo, com ela já me tocando também na pica sobre a bermuda. Mal entramos na minha casa já fomos nos livrando de nossas roupas e em segundos já nos chupávamos num delicioso sessenta e nove. Nosso tesão e desejo um pelo outro naquele momento era notório e depois de nos chuparmos por alguns minutos, ela disse que queria me cavalgar, pois adorava sentir e ver a buceta dela engolindo uma pica. Não me fiz de rogado e deitei-me de costas de modo que ela pudesse vir por cima como queria. Deixei-a brincar por um bom tempo, até que começamos a mudar de posições comigo socando sempre o meu cacete dentro daquela bucetinha linda e bem gulosa dela que estava toda meladinha. Perdemos a noção de tempo e só ouvíamos gemidos e mais gemidos de satisfação de nós dois, com ela tendo inúmeros espasmos na minha pica e chegando a gozar por umas duas vezes. Logo eu percebi que não tardaria para gozar também e resolvi meter no cusinho dela pedindo para que ficasse de quatro, mas ela disse que queria ver o meu cacete entrando no buraquinho dela e assim preferiu ficar deitada erguendo sua bundinha com as mãos e abrindo bem sua pernas. Logo encostei o meu cacete naquela entradinha e fui forçando a entrada, fazendo-a reclamar um pouco no início pela dorzinha que sentia, mas que logo deu lugar ao prazer fazendo-a gemer muito e implorar para que não deixasse de fodê-la gostoso, pois estava gozando e queria gozar muito mais. Me segurei ao máximo pra não gozar logo sentindo aquele buraquinho se contraindo e se dilatando em volta do meu cacete, mas depois de mais algumas estocadas ouvindo-a gemer e dizer que estava gozando, não me aguentei mais e disse que já gozaria também, foi ai que ela pediu para eu gozar na boquinha dela que queria beber o meu leitinho e assim comigo de pé e ela agachada na minha frente com sua boca ora engolindo o meu cacete, ora apenas esperando o leitinho ser jorrado dentro dela, enquanto me punhetava, me fez gozar abundantemente na boca e sobre o rostinho angelical dela. Quando parei de gozar ela abocanhou o meu cacete e o sugou até não restar uma gotinha mais de porra para contar história. Em seguida se levantou, me abraçou e me beijou ardentemente. Quando terminamos de nos beijar, me chamou para tomarmos um banho juntos e debaixo do chuveiro com a água caindo sobre nossos corpos, disse que foi tudo maravilhoso e que se soubesse que seria tão bom assim já teria cedido desde a primeira vez que a cantei. Terminamos nosso banho, nos vestimos e eu fui deixa-la próximo da casa dela, já que não seria legal que alguém da família dela nos visse juntos, em especial o irmão que é o meu grande amigo e certamente não aceitaria eu envolvido com a irmã dele, por me achar um grande galinha como ele sempre falava. Fato é que daquela tarde em diante, eu e Bianca, sempre que temos oportunidade de nos encontrarmos a sós, nos envolvemos sexualmente, mas no mais absoluto segredo.   Gostaram? Então não deixem de votar e comentar. Conto com vocês e podem aguardar que em breve publicarei novos relatos verídicos.

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