Fui a primeira putinha do Vítor

Vítor era o amigo mais tranquilo que o meu irmão tinha. Não sei se era mesmo o temperamento dele, o fato de ser filho de pastores ou a criação dele.
Lembro como se fosse ontem o dia que comecei a sentir atração pelo Vítor. Não era comum que ele fosse tão quieto assim, ele era muito atraente e as garotas sentavam no colo dele mas nunca conseguiam sentar no pau. Isso me despertou um interesse, quis saber se ele era gay e se ele não fosse, eu queria ser a primeira a sentar no piru dele. Daria até o cuzinho, faria tudo com ele e o ensinaria a foder gostoso. Estava disposta a fazer isso. Numa tarde de sexta-feira eu cheguei da academia e os amigos idiotas do meu irmão começaram a dar em cima de mim, normal. Menos o Vítor, que permanecia calado e tímido pela babaquice dos amigos. Eu subi, tomei um banho, esperei que todos se afastassem e fui falar com o Vítor.
— Vítor, você vai sair mais tarde?
— Tem uma festa do Pietro. Você não vai?
— Ainda não decidi. Meu pc tá com um problema e sei que você entende dessas coisas. Queria saber se você tá mesmo a fim de ir. Se não quiser, tem uma desculpa e depois a gente assiste a um filme.
Ele não me respondeu. Apenas ficou me fitando com aqueles olhos verdes imaturos.
— Vou pensar e te digo.
Fui estudar e quando desci vi que o Vítor não estava mais na minha casa. Então fui me arrumar pra ir pra festa. Eu estava de roupão quando a minha campainha tocou e pra minha surpresa era ele.
— Que bom que veio. — Falei, puxando ele pra dentro.
O levei pro meu quarto e me vesti atrás dele enquanto ele mexia no pc. Coloquei um vestido vermelho, justo e bem curtinho. Quando ele se virou eu o vi corar um pouco e fiquei esperançosa. Ele resolveu o problema e colocou o Windows pra atualizar. Liguei e TV e o chamei pra cama mas ele se sentou no chão. Então eu me sentei ao lado dele e sem cerimônia o beijei. Ele não deixava eu colocar a língua, mas eu fui mordendo o lábio dele de leve e trouxe a mão dele pra minha cintura. Aí ele amoleceu e eu explorei a boca dele com a minha língua. Ele era bom, tinha jeito. E o fato dele ser tão lindo e tímido tornava tudo mais excitante. Levei a mão dele pra minha bunda e ele recuou e parou de me beijar.
— Não, não para. Por favor, você é tão bom. — Falei realmente querendo mais, sem fingimento.
— Eu preciso parar.
— Vítor, você é gay?
— O quê? Não! — Respondeu, nervoso.
— Se for, tudo bem. Eu não conto pra ninguém mas preciso saber. Porque eu quero você!
Ele levantou e me deixou sozinha. Foi embora. Eu não acreditei. Me arrumei puta da vida e fui pra festa. Chegando lá fui ficar com as minhas amigas e o vi com o meu irmão e os outros amigos dele. Minhas amigas logo notaram que tinha algo errado.
— Eu tô afim de alguém mas ele é difícil, me deixou falando sozinha. E sabe o que é pior? Ele não é babaca! O que vocês acham?
— Acho que isso faz dele um babaca.
— Eu acho que ele pode estar com medo de você fazer ele de otário.
Olhei disfarçadamente pra ele e ele tava olhando pra mim. Me dei conta de que era a segunda opção. A festa estava um saco e eu toda hora flertava com ele. Em um momento fui fazer isso e não o vi. Me aproximei do meu irmão e perguntei aonde ele estava.
— Foi embora. Por quê?
— Quero ficar com ele!
Meu irmão sorriu e eu o encarei. Quando ele se ligou que eu estava falando sério me desejou boa sorte. Saí da festa e o segui. Me lembrei do meu irmão comentando na noite passada que os pais dele estavam viajando. Esperei que ele entrasse em casa, pensei no assunto e toquei a campainha. Ele atendeu a porta e eu nem esperei que ele tivesse uma reação. O entrei na casa beijando a boca dele.
— Eu sei que você me quer e eu te quero. Vou te mostrar tudo o que quiser ver, te ensinar tudo o que você quiser saber. Você não vai fugir de mim.
Fechei a porta atrás de mim e fui logo tirando o meu vestido. Ele ficou nervoso, mas eu voltei a beijar a boca dele, e o pescoço. O clima foi esquentando, eu me excitando. Ele me levou pra sala, sentei no colo dele e tirei a blusa dele. Me ajoelhei no meio das pernas dele, abri o seu jeans e beijei de língua o seu abdômen. Ele jogou a cabeça pra trás, nervoso e excitado e gemeu. Puxei o pau grande, grosso e cheio de veias pulsantes.
— Que enorme— comentei.
— 23 centímetros.
Abocanhei o meu dele e passei a língua na cabecinha melada. Ele gemia e eu mamava com mais vontade.
— Vítor. Transa comigo, deixa eu te mostrar o quanto é gostoso.
— Eu sou virgem.
— Não tem problema, eu te ensino. Se você me quiser.
— Eu te quero.
Era o que eu precisava ouvir. Fiquei nua pra ele, ele me olhava como se eu fosse uma obra de arte e eu estava amando aquilo. Sentei no colo dele e coloquei o meu seio na boca dele. Ele chupava gostoso, tinha jeito pra coisa. Levei a mão dele até a minha buceta melada.
— Olha o que você fez. Me deixou toda molhadinha. Você é lindo, é gostoso e vai me comer bem gostoso. Eu vou te ensinar a trepar e a fazer amor. Vou passar a noite toda sendo sua.
Fiquei de quatro pra ele.
— Agora vem e me chupa.
— O cuzinho ou só a buceta?
— Os dois. Anda!
Ele caiu de boca, no começo meio desajeitado mas eu mandei ele focar mais no meu clitóris, na entradinha da minha vagina e no meu cuzinho e logo ele pegou o jeito.
— Posso comer você agora?
— Vem.
Ele meteu foi metendo devagar e me desarmando toda. Eu estava sob o controle dele.
— Nossa, que delícia a sua buceta. Aaaaah.
— Quanto mais rápido e com mais força, mais gostoso. Se você me dizer gemer significa que eu tô amando. Vai!
Então ele meteu sem dó. As bolas dele batendo no meu grelinho, ele se controlando pra não gemer alto.
— Eu gosto de tapas. Me bate e puxa o meu cabelo!
Ele fez o que eu mandei e me fez tremer na base. Tinha pegada sim, aprendia rápido. Que delícia eu tinha descoberto.
— Ah, ah, aí que delícia. Não para, faz de mim a sua puta, sua cadela. Que tesão.
Quanto mais eu falava mais rápido e com mais força ele me fodia.
— Deixa eu sentar no seu pau— pedi, com a buceta queimando.
— Vc vai ter a noite toda pra fazer isso minha puta. Vou te comer muito hoje. Tá gostoso assim?
—Muito gostoso!
— Então toma, puta!
Impressionante como ele não cansava. Estava faminto, me fodeu daquela forma uns trinta minutos.
— Aaaaah, tô gozando. Come vai. Me fode assim, não para.
Pedi e então gozamos juntos e caímos no chão da sala. Exaustos.
Que delícia de transa. Valeu a pena correr atrás dele. Afinal de contas o Vítor era uma delícia é aquela foi só a nossa primeira vez.
Espero que tenham gostado. Comentem se quisessem mais relatos de transas minhas com o Vítor. Beijos

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