O sonho de boquete da mãe fogosa

No final da década de 90 e inicio dos anos 2000, não era possível ter acesso a conteúdo adulto como se possui hoje. Por isso os adolescentes com os hormônios em agitação tinha que se virar como podiam. Fazíamos vaquinhas pra quantidade adquirir uma playboy ou erótico, babávamos assistindo Tiazinha e Feiticeira no programa do Luciano Hulk, disfarçávamos e entravamos naquela seção das locadoras reservada pra filmes pornôs, assistíamos escondidos aqueles filmes de softcore da Emanuelle(musa de vários daquela ascendência) que passava nas madrugadas da Band e etc. Ocasionalmente indivíduo conseguia um atilho VHS. Essa atilho passava de mão e mão, colegas dos colegas dos colegas emprestavam pra mais colegas e ninguém mais sabia quem era o amo caso um agente ou mãe descobrisse e tentasse interrogar o filho.

Pela certa vez uma dessas fitas veio acabar na minha mão. Eu esperei meus pais irem dormir e na ponta dos dedos, fui pra dependência, único lugar da casa com um vídeo cassetete. Liguei a TELEVISÃO e depressa apertei o tecla de afônico para abscindir o algazarra aptidão dos aparelhos antigos. Eu aparecia bastante nervoso e excitado. Minhas mãos tremiam enquanto eu colocava a atilho na acomodação. Aquela era a primeira vez que ia analisar conteúdo sexual categórico em um filme.
O filme começou com rapaz branco e sarado e uma morena se beijando. Nada que eu já não tenha averiguado. As coisas começaram a abrasar e as moda foram removidas. Foi a primeira vez que eu vi uma mulher pagando um boquete, e primeira vez vendo um pau bem grande. — Eita porra! — Eu murmurarei. Foi aproximadamente hipnotizante analisar aquela acontecimento, a cabeça da morena indo pra frente e pra após, chupando, lambendo e fazendo aquela pauzão abalar na boca dela. O meu próprio afiliado já tava como difícil como uma vara de ferro bloco vendo aquela coisa e minha mão canhota já trabalhava frenética no meu afiliado. — Ela é bem ruinzinha, hein? Eu virei pra após, coração na boca, olhos arregalados e certamente achumbado com o abalo por ter sido abismo com as calcinha na mão. Minha mãe aparecia então, atrás de mim, me observando como um olhar apático, cabelo um tanto desengonçado, camisola branco que, se você olhasse bem, conseguiria analisar a auréola dos seios fartos dela. A canhão de roupa ia somente até o abatimento, deixando à amostra a calcinha preta de renda e o belo casal de coxas. Minha mãe era uma coroa que se preocupava em preservar a maneira e as energias acompanhados com o meu agente. Não era raro escutar os sons que achado do quarto deles ao longo a noite. Porém nadas disso importava. Eu peguei o controle afastado e sai apertando um acervo de botões enquanto balbucia coisas sem acepção. Minha mãe, dona Júlia, tomou o controle da minha mão e, pra minha abalo, sentou-se no sofá. Eu tentei dizer uma coisa, porém ela mandou abaixar a boca de imediato pra não despertar o agente. Eu fiquei aproximadamente catatônico, sem entender o que realizar, então, fiquei então esperando o belo esporro e sermões que sabia que iria vir. Meu pau já tinha ficado macio e eu, de cabeça baixa, nem sequer prestava mais atenção no filme. Aproximadamente um diminuto se passou e nada. Minha mãe ficou em atenção. Estimulado, levantei a cabeça. Aquela foi a segunda abalo da noite. Minha mãe com as pernas abertas, uma mão dentro da calcinha e outro acariciando o antro. Aquela foi a primeira vez que eu vi dona Júlia como uma mulher além de mãe. Embora de já ter ouvido meus colegas fazendo alguns comentários, o simples adágio de experimentar fazer alguma coisa com a minha mãe de modo algum havia me passado pela cabeça. E agora ela aparecia então, se masturbando bem do meu lado. Na sua rosto já era aparente os vestígios de agradar. Da boca aberta já saiam aproximadamente inaudíveis gemidos. Querendo ou não, a cabeça de baixo começou a permitir demonstração de vida novo. — Nossa, essa mulher bastante adverso. Não sabe nem sequer chupar um pau direito. No mínimo o cara é bem bom. Coloca eu te amostra como se faz. Eu nem sequer sei direito o que resultou direito em seguida. Meu bermuda foi removido. Eu aparecia no sofá e minha mãe se ajoelhou entre as minhas pernas. Ela aproximou o anverso do meu afiliado e começou a me punhetar. Minha cérebro aproximadamente parou. Havia uma batalha interna entre coerência e sentimentos, certamente e errado. No final, a vontade carnal venceu tudo e meu pau ficou difícil de novo. Logo após minha mãe aproximou o anverso e deu uma aprazível lambida de ponta a ponta no pau e em seguida outra e outra até ele ficar bem ababalhado. Logo após colocou a cabeça na boca e ficou chupando. Eu senti o corpo todo abalar com aquela chupetinha. Já nem sequer conseguia mais julgar direito. Também mais em seguida que ela começou a colocar todo o meu caralho naquela boca quentinha. A cabeça dela subia e descia em periodicidade ameno, porém que tava me deixando louco de atração. Era como se ela tivesse me fudendo com a boca. Dona Júlia pegou minhas duas mãos e colocou na sua cabeça. Eu entendi o advertência. Já tinha averiguado cenas dessa maneira em diversos filmes de softcore. Aprendiz, fui com matriz ao cântaro e fiz movimentos um tanto bruscos. Também bem que dona Júlia parecia ter experiência e não ligou bastante. A cabeça da minha mãe ia e achado fazendo meu pau abalar dentro dela. Ouvi seus gemidos eróticos com meu pau também na sua boca. Aquela coisa me deixou mais louco também. Acelerei os movimentos e movi os ancas para sincronizar com o periodicidade das mãos. Agora parecia que eu aparecia fudendo a boca dela como se fosse uma buceta. Eu sentia o meu pau ir bem fundo na garganta dela e o nariz tocando minha virilha. Minha mãe massageou minhas bolas e começou a abalar a dialeto. Seus lábios se selaram no meu pau e ela começou a suga-lo. Fiquei absurdo! Eu não durei bastante. Pouco mais de um diminuto daquele boquete admirável foi o bastante pra eu alcançar ao acme. Sem julgar bastante e a segurei pela cachaço e forcei todo meu pau dentro da boca dela. Senti fortes, intensos e longos jatos de porra atravessando o meu bimba e indo acabar direto bem fundo garganta da minha mãe. Eu gemia e gozava. Cada gozada era um abalo agitado de agradar que passava pela minha acne. Na momento eu nem sequer percebi que minha mãe em hora um engasgou. Apenas em seguida é que fui achar que meu agente adorava fuder a boca dela e que ela amava acolher leitinho quente na boca. No momento em que eu pensei que já abatido tinha abatido, relaxei e tirei minha mão da cabeça de dona Julia. Ela, entretanto, também deu mais umas chupadas pra apurar o meu pau. Eu fiquei abatido. Aquele havia sido o melhor clímax da minha vida. Em seguida disso não lembro mais de nada. Acordei na minha cama já com o astro raiando. A atilho VHS aparecia na minha bissaco, na mesma acomodação que eu havia deixado antes de ir pra dependência na noite antecedente. Fiquei acanhado se aquela coisa havia sido atualidade ou não. Não tive afoiteza de demandar minha coroa sobre o lanço. Certamente tenha sido somente um sonho de um adolescente com os hormônios a alta da pele. Feito é que eu passei a ter todo forma de fantasias com a minha mãe. Também mais após assistir meu agente fudendo a boquinha dela. No final, ele a segurou pelos cabelos e gozou. Minha mãe ficou de boca aberta recebendo guinchos de porra no anverso, lábios e interior da boca. Perdi a conta de quantas vezes eu bati uma punheta pensando em realizar o inclusive. A aberta veio em pouco tempo que eu esperava. Porém este bico encontra-se pra em seguida.

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