Papai bate um bolão comigo…

Desde pequena fui muito moleca e vivia de brincadeiras com os meninos: andar de bicicleta em grupo, jogar futebol e até tomar banho no poção (pequeno riacho no meio do mato); aonde alguns ficavam até pelado… Mas ninguém tirava onda comigo, se não eu partia pra porrada. Minha mãe até tentava me fazer ser um pouco mais feminina; mais eu só queria aproveitar a vida onde só os meninos conseguiam; pelo menos pra mim. Meu pai adorava ver-me jogando futebol com os garotos, e de vez em quando me dava umas dicas. Meu pai sempre gostou de esportes e fazer exercícios… Ele tinha alguns aparelhos de ginasticas em casa. Meu pai também tinha um sítio com campo society, onde quase todos os finais de semana ele ia com os amigos jogar futebol (raramente minha mãe ia junto). Cheguei em uma determinada idade, passei a acompanhar meu pai pro sitio e a participar dos jogos com ele e seus amigos… Até que jogava bem e normalmente marcava meus gols. Sou bem morena, e apesar de não ser nenhuma princesa de corpo escultural, sei que tenho tudo no lugar certo. Nunca tinha tido interesse por nenhum garoto e nem tinha namorado alguém até meus dezesseis, quando pela primeira vez passei a nutrir certa simpatia pelo Fernando (17 anos). Passei a frequentar a casa dele, e como seus pais trabalhavam tínhamos certa liberdade, onde passei a tomar até banho quando voltávamos de algum jogo no campo de várzea. E a liberdade fez com que eu ficasse vendo o Fernando tomar banho com o banheiro totalmente aberto… Adorava vê-lo de pau duro na minha frente. De tanto ele insistir, acabei topando tomar banho junto com ele… Foi ai que tudo começou mesmo eu não tendo nenhum desejo por sexo. Mas por gostar muito do Fernando deixei que ele tirasse minha virgindade tanto na frente quanto atrás… Só ele quem gozava. Fiquei muito decepcionada quando muitos garotos ficaram sabendo que tínhamos transado. Com isso fui me afastando dele, dos seus amigos e até dos jogos de peladas com os outros garotos… Passei a ir mais com meu pai pro sítio (ele adorava) pra poder jogar bola, que era minha grande paixão. Acho que de tanto praticar esporte, com dezessete eu tinha um corpo que aparentava de vinte. Um dia estava no carro com meu pai indo pro sítio, quando ele tocou no assunto que aconteceu entre eu e o Fernando. Não sei como meu pai soube (a fofoca correu)… Fiquei tão desconcertada que minha vontade de entrar pra dentro do porta-luva do carro pra me esconder.
– Isso tudo é fofoca, pai!
– Então, não aconteceu?
– Bem… Aconteceu sim pai… Mas nunca podia imaginar que ele ia sair falando de mim.
– Só não quero que você largue seus amigos; como está fazendo, por causa disso… Tente encarar numa boa, que logo todo mundo vai esquecer.
O filho da puta do Fernando, além de falar que tinha transado várias vezes comigo, chegou a dizer para algumas pessoas que eu; na hora “h”, ficava que nem uma estátua de bronze (muito fria)… Realmente eu não sentia absolutamente nada fazendo sexo. Ainda bem que aquela conversa não foi esticada, pois ao aproximarmos do sítio já tinha três carros parados pelo lado de fora. Entramos, chegaram mais pessoas e logo o futebol começou… Ainda muito chateada e puta por causa da fofoca ter chegado até meu pai, fiquei sentada em um banco bastante jururu; sem muito ânimo. Fui chamada pra jogar algumas vezes (faziam rodizio pra todos jogarem), mas recusei. Meu pai veio e sentando do meu lado, quis saber o que estava acontecendo comigo.
– Nada pai… Está tudo bem!
– Estou vendo que não está… Ficou chateada comigo; não foi?
– Não é com você; é com o filho da puta do Fernando.
Ele riu e me puxando do banco disse que era pra eu esquecer aquilo tudo e ir me divertir dentro do campo… E fazendo carinhos dos meus cabelos que eu mantinha preso por ser longos.
– Quer conversar depois comigo sobre o que aconteceu? Só se você quiser filha; não é obrigada a me dar nenhuma explicação… Minha intenção é só te ajudar.
Joguei bastante bola e depois fui pra dentro da casa tomar um banho enquanto os convidados iam se lavar e trocar de roupas numa construção ao lado do campo que servia de vestiário. Duas horas da tarde, após tomarem cervejas (eu só refrigerantes) e comerem salgadinhos que eles mesmo levavam, iam aos poucos indo embora. Eu e meu pai demos uma limpeza rápida em toda aquela bagunça. Quando estávamos voltando pra casa e aproveitando que meu pai dirigindo tinha que ficar de olho na estrada.
– A mãe também sabe?
– Acho que não… Se souber não comentou nada comigo.
Quando meu pai falou novamente que era pra eu esquecer e procurar arrumar um namorado melhor; rapidamente fui explicando que o Fernando não era meu namorado; apenas foi meu amigo e que tudo aconteceu porque achei que poderia tomar banho com ele; sem nenhum problema.
– Ficou pelada com ele no banho?
– Fiquei!…
– E ele te vendo pelada?…
– Ficava excitado!…
– E você gostava de vê-lo excitado?
Disse que não sentia nada; apenas curiosidade… E que já tinha visto outros garotos pelados lá no poção sem nunca ter problema nenhum.
– Não é normal uma garota ficar pelada na frente de um homem e achar que não vai acontecer nada… Então ele te forçou a fazer sexo?
– Não pai… Eu aceitei só pra agradá-lo, já que eu era sua amiga.
Veio a pergunta mais sem propósito.
– Por acaso, você gosta de fazer sexo, com meninas?
– Tá doido pai… Nem com meninas e nem de meninos.
Ele rindo.
– Ué… Então, quando tiver vontade de transar novamente vai ter que ser com outro amigo?
Como uma maritaca, fui falando que eu nunca senti desejos sexuais por ninguém, nem mesmo senti um pingo de prazer com o Fernando. Meu pai achou estranho e me perguntou se eu gostaria de ir me consultar com algum psicólogo já que não era normal. Disse que não, e foi bem antes de chegarmos em casa que ele me perguntou se eu não percebia quando estava jogando bola no meios daqueles homens, que muitos deles desejavam ter alguma relação mais séria comigo.
– Como assim pai?
– Sexo filha… Muitos gostariam de fazer sexo com você.
– É??????? … Mas eu não provoco ninguém.
– Você é muito bonita… Qualquer homem pode sentir desejos por você.
E emendou.
– Mas ó! Não vai ser por isso que vai parar de jogar bola com a gente; combinado?
Na realidade eu sabia desde quando via aqueles garotos ficarem pelados na minha frente com seus pintinhos duros, e suas cantadas pra eu ficasse pelada com eles… Só fui cair na lábia do filho da puta do Fernando. Mas foi duas semanas depois, novamente no sítio depois de jogarmos por mais de duas horas seguidas, de todos terem ido embora e após limparmos tudo fui limpar o vestiário. Achava que meu pai estava dentro da casa, mas assim que entrei no vestiário dei de cara com ele pelado tomando banho na ducha fria… Percebi que ele ficou sem jeito tentando esconder seu pinto com as mãos.
– O que foi Mariana?
Eu também estava meio sem jeito, mas permanecendo firme onde estava.
– Queria limpar aqui dentro!…
– Já estou terminando… Quer esperar?…
– Não posso ir limpando?
– Comigo pelado aqui?
– O que é que têm, já que você é meu pai?
– É que eu também vou acabar ficando excitado.
– Por minha causa?…
– Sim… Já que eu sou homem e você uma mulher; só por isso!…
– Tem algum problema?…
– Se você acha que não tem problema, pode limpar…
Comecei a varrer e ao olhar pro meu pai que tinha desligado o chuveiro e vi que seu pinto (pintão) realmente tinha ficado bastante duro. Passou a ser normal, sempre depois de tudo eu entrar no vestiário enquanto meu pai tomava banho… E ele sempre ficava de pau duro. Meu pai sempre foi uma pessoa muito especial pra mim, e acho que foi por esse motivo que comecei a sentir vontade de ter mais intimidade com ele… Já que era só ele que ficava pelado na minha frente. Algo dentro da minha cabeça foi tomando forma, sem imaginar que começava a sentir desejos sexuais pelo meu próprio pai.
– Hoje vou tomar banho na ducha, tá?
– Tá, filha… Pode ir…
– Você vai entrar lá?
– Não… Eu espero você tomar banho primeiro.
– Se quiser pode entrar… Não vou ficar com vergonha de você.
E logo que ele entrou, ficando parado me olhando nua debaixo do chuveiro.
– Quer aproveitar e tomar seu banho, também?
– Junto com você?…
– É pai… Não quer?…
Meu pai em um segundo tirou o calção de futebol junto com a cueca vindo rapidamente ficar do meu lado… Fui pro canto.
– Entra pai… Molha o seu corpo.
Eu olhando pro seu pinto duro.
– O seu é muito grande pai…
– Você acha?…
– Ele também fica muito duro?…
– Fica sim… Quer colocar a mão pra ver?
E sem nenhum pudor, segurei e fiquei apertando me certificando que realmente era bastante duro, como uma pedra… Olhando pro rosto dele que com os olhos fechados resmungava.
– Hummmmmmm… Hummmmmmmm…
– Você também sendo desejos por mim, pai?…
– Sinto sim… Mas nunca que vou abusar de você…
Eu ainda fazendo um pouco de carinho no seu pinto com minha mão.
– Eu sei pai… Mas com você eu acho que vou gostar.
– Você acha? Tá sentindo alguma coisa?
Bem abusada, peguei a mão no meu pai e coloquei entre minhas pernas.
– Acho que estou… Olha como está ficando minha xoxota.
Ele passou os dedos constatando que eu estava ficando com minha xoxota bastante úmida internamente… Mas ele dando uma tapa na minha bunda.
– Nada disso sua maluquinha… Vai trocar de roupa pra gente ir embora, vai!…
Fui, mas dentro de casa ainda estava seminua quando ele apareceu também pelado.
– Vamos filha… Vamos logo que está ficando tarde…
Empinei descaradamente minha bunda.
– Não quer me ajudar a vestir a roupa?
Ele veio deu outro tapa na minha bunda e segurando-me pela cintura.
– Não vai ficar com raiva de mim, se eu fizer com você?
– Claro que não pai… Eu também estou querendo.
Tive que segurar firme na cômoda, abrir bem minha perna e ir sentindo aquela tora ir sendo enfiada toda minha xoxota… Tive que arregalar os olhos e esticar o pescoço quando ele começou a puxar pra trás e voltar com tudo… Inacreditavelmente eu estava sentindo alguma coisa pela primeira vez sendo penetrada pela buceta… Demorou um pouco, mas acabei também tendo o meu primeiro orgasmo fazendo sexo.
– Ai pai… Aaaaiiiii… Tá gostoso pai… Soca… Soca!… Iiiisssso… Aaaaahhhh! AAaaaaaaahhhh!!!!!
Meu pai ainda deu várias socadas fortes na minha buceta antes de tirar e gozar muito sobre minhas nádegas. Voltamos pra casa como se nada tivesse acontecido entre nós… Conversamos sobre outros assuntos sem fazer nenhum comentário sobre o que aconteceu. Eu casa, na minha cama é que fui analisar os fatos… Descobri que não era tão fria quanto o Fernando tinha comentado. Fiquei ansiosa pra chegar o próximo final de semana, e somente quando estávamos no caminho que meu pai foi falar que tinha combinado com todo mundo que não ia ter jogo, e que ninguém sabia que íamos pro sítio.
– Vamos ficar sozinhos?…
– Vamos sim… Não está gostando?…
Já imaginando qual era o motivo.
– Claro que estou…
Chegamos, entramos com o carro, trancamos a porteira do sítio e logo que entramos na casa.
– Vamos ficar um pouco lá no quarto?…
– Você quer deitar comigo, pai?…
– É filha… Sem ninguém pra perturbar a gente; não vai ser legal?…
Fiquei feliz ao sentir que minha bucetinha estava até latejando de vontade de ir logo pra cama com meu pai… Enfim estava me sentindo uma verdadeira mulher. Pelados, meu pai começou pelos meus peitinhos, desceu beijando minha barriga pra chegar no meio das minhas pernas e começar a me lamber minha bucetinha que de úmida foi ficando toda melecada… E a cada linguada eu ia sentindo um prazer tão grande que fui me contorcendo na cama tendo o meu segundo orgasmo com meu pai. Depois, ele subiu sobre meu corpo e enfiando a pica na minha bucetinha começou a socar tão gostoso que novamente fui tendo outro gostoso orgasmo antes dele tirar e gozar sobre minha barriga. Tomamos um banho juntos e voltamos pra cama. Deitei com a cabeça sobre seu peito e fiquei olhando pro seu pinto que repousava enquanto que ele esticando o braço por trás de mim ficava alisando minha bunda.
– Acho linda sua bunda, filha…
Mas não foi naquele dia que dei a bunda pro meu pai. Naquele dia ele pediu se eu podia dar alguns beijos no seu pinto e passar um pouco a língua pra ele ficar duro mais rápido. Nunca fiz boquete, mas, ao ir dando beijos e passar a língua fui fazendo o que ele ia me pedindo… Não demorou pra começar a chupar como se aquilo fosse a coisa mais gostosa do mundo… Sem ter nenhuma experiência, quando ele começou a gozar fui deixando tudo descer pela minha garganta até ele terminar de ejacular dentro da minha boca… Depois desse dia virei uma boqueteira de boca cheia. Na semana seguinte teve a turma do futebol, e, depois que ficamos sozinhos fomos juntos pra ducha (fazia muito calor). Ali debaixo do chuveiro meu pai foi me ensinando até a beijar na boca… Foi uma loucura sentir-me a namorada do meu pai. E foi ali também, que ele me pediu pra me apoiar na parede e abrir as pernas que ele ia colocar na minha bunda. Foi duro ele conseguir enfiar aquele pauzão dentro do meu rabo… Teve que tirar pelo menos umas três vezes pra passar mais saliva… Mas quando ele conseguiu e começou a socar cada vez mais rápido, tive que firmar bem minhas pernas pra que elas não dobrassem.
– Ai pai… Aaaaiiiiiii Jesus do Ceú… Não vou aguentar pai… Aaaaaiiii… Aaaaaiiii!…
Ele travou meu corpo enlaçando seu braço em torno da minha cintura e batendo sua virilha nas minhas nádegas com violência.
– Que delícia de cuzinho filha… Hummmm… Hummmm… Hummmm!!!!…
Depois de uns cinco minutos, ele ficou parado com tudo enfiado que fui sentindo gozando lá dentro de mim.
– Ooooooh filha… Ooooooooh!…
Só depois de um ano é que comecei a me interessar por outros homens (rapazes). Namorava, transava, mas era com meu pai que eu me sentia uma verdadeira putinha na cama: sendo fodida na frente, atrás e ainda mamando naquela deliciosa piroca.

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