Uma mãe desejada

A estória que agora lhes vou contar aconteceu a muitos anos, mais de trinta anos passados, contudo a vivi com tal intensidade que posso recordar cada detalhe, com muito mais precisão que fatos ocorridos recentemente.
Eu contava então dezoito anos de idade e ainda era virgem. Minha excitação era própria da idade. Estava obcecado com todas as mulheres que via e uma delas era minha mãe. Uma delicia de mulher, na flor da idade. Não era linda, mas me agradava, seus seios eram grandes e sua bunda também, com grandes e arredondados quadris, umas belas pernas, uma pele aveludada e bem tratada e um sorriso que parecia um sol.
Ela se mostrava inteligente e sensível além de muito religiosa, mas essa característica mudaria depois. Estava numa seca danada, pois seu esposo não estava cumprindo as obrigações maritais da forma que ela desejava, devido ao trabalho e estresse, havia perdido o interesse pelo sexo e principalmente por minha mãe, acredito que a convivência de vinte anos, a rotina, acabaram por deixar a relação dos dois em segundo plano. Acredito até que ele pudesse ter uma amante ou similar, porque duas vezes por semana, ele chegava à casa muito tarde, dizendo sempre que estava num compromisso, mas sem dar mais explicações sobre o caso.
Mamãe não era minha única inspiração, mas se tornou a mais frequente devido à proximidade e assim, eu poderia observá-la mais assiduamente e em situações bem intimas, pois podia bisbilhotar suas roupas, vê-la no banho, usando o sanitário para suas necessidades, trocando de roupa ou ainda de forma despojada no dia a dia da casa. Tinha acesso às suas roupas usadas, principalmente as intimas cujas calcinhas sempre estavam bem marcadas por seus fluidos naturais, sejam gotas de urina não secadas ou então os fluidos vaginais que deixavam aquele cheiro delicioso e ainda me deixava alguns troféus, pois o elástico da calcinha, não raras vezes me brindava com um pelo púbico, os quais eu colecionava colando-os com durex em um cartão plástico que jamais saia de minha carteira. Assim sempre estava homenageando-a com minhas punhetas.
Isso durou vários meses, até que um dia me feri na coxa, quase na junção do quadril, estava jogando futebol e ao ser derrubado, cai sobre um caco de vidro, provocando assim um grande corte, fui ao hospital onde recebi dez pontos no local. Eu precisava trocar o curativo todos os dias de modo a evitar umidade na ferida, como o deslocamento para o posto de saúde era complicado e minha mãe tinha feito um curso de atendente de enfermagem, ela resolveu que se encarregaria dos curativos. Não sabia o que isso iria ocasionar em nossas vidas.
No primeiro dia abaixei meu calção de modo a deixar livre minha virilha, mas como tive que abrir a perna, ela me mandou tirar o calção, ficando apenas de cuecas. Ela me mandou sentar numa cadeira que existe em seu quarto, enquanto ela preparava para fazer a troca de curativo. Quando estava tudo pronto ela se abaixou diante de mim e começou com delicadeza a trocar meu curativo, primeiro usando água oxigenada para soltar o esparadrapo e limpar a sutura. Depois espalhou uma pomada adstringente e a espalhou por todo o corte e depois cobriu tudo com uma gaze e por fim a fixou com outras tiras de esparadrapo.
A principio tudo normal, menos para meus hormônios. Como o corte era bem próximo à virilha, teve determinado momento em que ela tocou meu saco, foi o suficiente para que meu cacete começasse a endurecer, esticando a cueca e mostrando-se em sua plenitude, mesmo preso por aquele fino tecido de algodão. Meu cacete ficou perfeitamente desenhado na cueca, a glande tesa e inchada fazia com que uma parte do elástico não o contivesse e assim, por pouco não saiu cueca, levantando-a. eu fechei os olhos de vergonha e excitação, mas não antes de ter olhado para o rosto de minha mãe e a surpreender olhando fixamente para o enorme volume que estava a centímetros de seu rosto. Eu queria me enterrar e sumir de vergonha tentei dissimular, mas era impossível, minhas faces estavam vermelhas de vergonha e as de minha mãe também, mas seu olhar não deixava duvida que estivesse apreciando o espetáculo que eu estava lhe proporcionando. Sua posição e a blusa que usava me proporcionaram uma visão profunda do canal existente entre seus seios e pude apreciar como aquelas duas arredondadas peças de carne, estavam firmes apesar de tudo e discretamente, foi possível ver uma pequena elevação na altura dos mamilos, ela também estava excitada, apesar de tudo e da situação.
Como disse anteriormente eu fechei os olhos, mas foi em vão. O contato de seus dedos era uma sensação irresistível e minha ereção se evidenciava sem qualquer dissimulo. Comecei a pensar numa desculpa caso ela fizesse algum comentário, mas nada, inclusive comecei a perceber que estava demorando demais em fazer a troca. Num ímpeto, fiz um movimento com a outra perna fechando-a um pouco, até encostar em seu ombro, a junção da virilha fechou ainda mais, pressionando meus testículos em sua mão. Abri os olhos e tive a sensação de que ela mordia o lábio inferior. Não sabia se ela estava apenas concentrada no que fazia ou era uma expressão de prazer. Assim, essa primeira troca terminou sem mais novidades. Ela rapidamente se levantou e saiu de meu quarto, mal ela fechou a porta, tirei meu cacete duro de dentro da cueca e com dois ou três movimentos meu gozo chegou e disparei enormes jatos de esperma em minha barriga e ventre. Todos os dias ela fazia a troca do curativo conforme prescrição médica e em contrapartida o ritmo de minhas masturbações disparou. A partir desse momento minha mãe se tornou meu obsessivo objeto sexual. Todas as demais mulheres passaram a terceiro plano. Eram minutos de excitação absoluta. Às vezes pensava em ejacular sobre ela? Como ela reagiria a isso? Manteria seu silencio? Dar-me-ia uma bordoada na cara?
Um par de semanas depois estava apenas nós dois em casa. Ela estava lendo sentada na cadeira do quarto. Nessa ocasião nada, nem sua maneira de vestir, nem um gesto, comentário era passível de explicar o grau de excitação que eu estava sentindo, mas esse desejo era atroz. Era fruto de minha obsessão e da solidão casual na qual nos encontrávamos. Nervoso, sem saber o que fazer e alterado por sua proximidade, movia-me de um lado para outro intranquilo, sem lugar. Tomei coragem e desloquei a cadeira para uma posição as costas da mesma onde ela não poderia me ver exceto se virasse a cabeça totalmente para trás. Agora sim podia olhar para ela da forma mais luxuriosa possível, sem pensar, tirei meu cacete para fora, pela perna do calção, ela estava totalmente endurecida e pujante, sem deixar de olhar sua nuca, o contorno de seus ombros, a marca da tira do sutiã e a tênue marca da calcinha em seu quadril, comecei a punhetar meu cacete devagar, com calma, buscando não me denunciar, suavemente. Senti em minhas narinas o cheiro inconfundível de meu cacete, da lubrificação natural da glande, um cheiro inconfundível de suor íntimo, isso me assustou. Se ela se virasse não saberia como explicar a situação.
Eu fiquei quieto, imaginando se o odor se estenderia por todo o quarto. Pareceu-me que minha mãe havia ficado mais imóvel que o natural. Será que havia sentido meu cheiro? Será que tinha ciência do que ocorria às suas costas? A recordação da última troca elevou meus hormônios e soltei minha mão, interrompendo a punheta, mas fazendo com que meu cacete pulsasse e balançasse apenas pela contração de meus músculos pélvicos. Eu estava tão duro que quase se chocava com minha barriga, cada contração que eu provocava, desejando que efetivamente mamãe se conscientizasse da homenagem que recebia de seu luxurioso filho. A magia foi interrompida, quando escutamos o barulho da porta da rua. Meu pai chegava. Rapidamente guardei meu cacete e pelo susto recuperei o controle e consegui baixar a ereção, mesmo assim, os hormônios estavam a mil e assim, rapidamente me dirigi ao banheiro, onde pensei em finalmente terminar a punheta, disparar esperma para tudo quanto foi lado, mas nem isso consegui, pois minha mãe bateu na porta chamando-se. Pedi que esperasse um pouco, eu queria gozar, após mais algumas sacudidas, senti que novamente o gozo se aproximava rapidamente. Mamãe chamou de novo, batendo na porta. Nesse momento, tive um rompante atrevido, disparei os jatos de esperma sobre a pia, parede, deixando tudo lambuzado e então sem limpar nada, abri a porta e sai, deixando-a entrar e testemunhar o que havia acontecido ali dentro. Quando nos cruzamos no umbral da porta, em sentia meu rosto arder, possivelmente estava mais vermelho que um tomate. Não me atrevi a ficar próximo ou tentar olhar ou escutar o que acontecia dentro daquele banheiro. Meu pai estava em casa e poderia me surpreender, o que não era aconselhável, nem mesmo saber a reação de minha mãe ao deparar com a homenagem que havia feito à mesma. Não estava disposto a correr risco algum, muito menos ser surpreendido olhando sua mulher pelo buraco da fechadura.
Nos dias seguintes, nada no comportamento de minha mãe me permitiu tirar conclusões sobre sua reação ante aos restos de esperma que eu havia deixado no banheiro e que ela com certeza vira, pois era uma enorme quantidade espalhada por toda a pia e parede. Tampouco tive oportunidade de mostrar-lhe outros sinais de meu desejo até que uns dias depois fiquei sabendo que meu pai iria passar duas semanas fora de casa, a trabalho e que minha mãe não iria com o mesmo. Mas mesmo assim, a liberdade não seria total porque havia ainda minhas irmãs em casa. Teríamos apenas as tardes livres, pois era o horário em que elas estariam na escola. Para aumentar ainda mais minha excitação, minha mãe sempre se recolhia ao quarto à tarde após o almoço, algumas vezes dormia, mas na maioria das vezes ficava lendo o jornal. Isso facilitava e era uma excelente desculpa para entrar em seu quarto e ler com a mesma outras seções do jornal. Assim aconteceu no primeiro dia que meu pai estava fora de casa.
Uma vez em seu quarto, enquanto ela lia as notícias locais, pedi a ela a seção internacional, mas ao invés de sair do quarto, sentei-me na outra cadeira, à esquerda da sua cama, e dediquei a ler o jornal com inusitada atenção. A sensação de proximidade de seu corpo semidesnudo, pois ela geralmente se banhava e colocava uma camisola para ficar bem à vontade me provocavam um agradável prazer. Era verão, fazia bastante calor, o ar condicionado estava ligado, mas ela, apoiada no espaldar da cama, cobria com um leve lençol as pernas até o quadril. Estava usando seus óculos de leitura e se concentrava na leitura. , de repente ela dobrou uma das pernas, desnudando-a, já que a camisola escorregou até o quadril, assim, tive a perfeita visão de suas coxas expostas, inclusive uma porção de sua nádega. Minha vista se fixou naquela visão, a centímetros de mim, se eu estendesse o braço, poderia tocar e acariciar aquela perna deliciosamente exposta varias vezes tive vontade de fazer isso, mas não tive coragem. Então minha mãe fez um movimento de modo que o lençol desceu um pouco mais e ela se virou como que buscando uma posição mais cômoda. Eu pude ver então toda a perna e parte da outra e melhor ainda uma boa porção de sua bunda. A ereção foi brutal, meu cacete doía de tão duro que estava meus olhos abandonaram completamente o jornal e se fixaram naquela visão paradisíaca. Eu sentia meu coração na garganta, quase pulando para fora do peito. Mamãe continuava na mesma posição como que alheia do que estava provocando, absorta na leitura, sem se preocupar com minha presença.
Eu segurei o jornal com a mão esquerda e desci a direita até meu zíper, o abri lentamente e tirei uma parte de meu cacete para fora, eram apenas alguns centímetros, mas era o suficiente para eu deslizar os dedos pela glande, devagar, discretamente. Acariciei-me lentamente, uma masturbação contida, defeituosa, mas extremamente prazerosa, meu olhar fixo nas coxas e bunda dela. Um movimento dela me fez perceber que ela também estava segurando o jornal apenas com uma mão e que a outra estava enfiada debaixo do lençol. Ela estava também se acariciando? Não sei responder! Mas essa possibilidade multiplicou minha excitação, fazendo com que eu vencesse o medo e meus movimentos ficarem mais evidentes, mais marcados. Qualquer testemunha que entrasse naquele quarto saberia que eu estava me masturbando e que a fonte de inspiração não era o jornal.
Mamãe continuava absorta na leitura da pagina diante de seus olhos, pagina esta que não era virada a séculos. Decidi dar um passo a mais e baixei um pouco a pagina do jornal diante de mim. Agora sim, se mamãe olhasse, veria que eu estava me tocando, apesar dos movimentos de meu braço já evidenciarem isso. A situação estava clara e exposta, de modo que eu movimentei minha cabeça de modo a procurar tentar ver um pouco mais daquela cena e se possível, ver a parte da calcinha que tapava sua xoxota, mas não foi um movimento delicado e sim algo tosco, mas o objetivo foi alcançado e assim, consegui ver que saiam pelo lado da calcinha alguns pelos íntimos de mamãe, saindo pela borda daquela calcinha branca. Nesse momento, mame girou o corpo para a direita, dando-me as costas e deitando de lado, pude ver as duas bandas de sua bunda, mas em compensação, perdi a visão do papo da calcinha que protegia sua intimidade, mas facilitou minha manipulação que pode deixar de ser dissimulada. Não demorei a sentir a iminencia do orgasmo. Tentei conter todo o volume do sêmen em um pano que havia preparado previamente, mas acredito que ela tenha escutado minha respiração agitada e possivelmente o olor oriundo do sêmen recém-ejaculado, além dos ruídos que normalmente devo ter executado ao gemer o gozo. Lancei um longo suspiro e extraordinariamente relaxado levantei e sai daquele quarto onde havia acabado de desfrutar um dos orgasmos mais intensos de minha vida.
Tudo isso ocorreu numa sexta-feira de modo tal que nos dias seguintes não pude repetir a visita na hora do descanso principalmente devido à presença de minhas irmãs em casa. Na realidade poderia até ter entrado no quarto de meus pais, contudo sempre haveria a possibilidade e o risco de ter minha atividade interrompida. Durante este final de semana, o comportamento de minha mãe para comigo foi normal e natural como sempre, exceto pelo fato que percebi que ela evitava que cruzássemos o olhar. Nestes dias passei a meditar sobre o que havia acontecido. Primeiramente minha mãe não era trouxa, ao contrário era esperta e desconfiada, assim, ela tinha ciência do que tinha acontecido. Ao mesmo tempo não era manipulável, ou seja, se quisesse interromper o teria feito no momento oportuno ou quando se sentisse incomodada ou afrontada em suas convicções mais profundas. A situação poderia evoluir muito além do que pensávamos ou pensei.
Estava seguro que a possibilidade de um contato físico nesse momento estava descartada. Assim, decidi ter paciência e aproveitar cada oportunidade que me fosse oferecida e principalmente dedicar as tardes da próxima semana para repetir momentos tão excitantes quanto os ocorridos na sexta-feira passada. Não havia indicativo de até onde poderia chegar aquilo, por isso em seguia velando seus descansos com o cacete na mão.
Por fim chegou a segunda feira, quando ela após o almoço se dirigiu ao quarto para ler o jornal, esperei alguns minutos e entrei em seu quarto e me acomodei em minha cadeira. Ao entrar, percebi que a mesma já estava com a perna dobrada, um avanço sobre a situação anterior. Passou a sensação de que havia levantado naquele instante, ao me ouvir chamar à porta e entrar no quarto. Não disse uma palavra, apenas peguei a seção do jornal que ela havia deixado no chão. A situação era a mesma, ela distraída com o jornal, a perna maravilhosamente exposta. Meu coração disparado a toda potencia. Durante alguns segundos não fiz nada apenas fingi ler o jornal. Mamãe movia ligeiramente a perna e balançava os pés, ao dobrar e esticar lentamente a perna. Não sabia se queria me indicar alguma coisa, se era um convite para a ação, até que finalmente decidi sacar meu cacete. Eu já estava com o zíper aberto e assim a operação foi mais fácil e não tão dissimulada. Era evidente para onde estava olhando e suponho que os movimentos de meu braço, também não permitiam interpretações equivocadas. Assim como alguns ruídos relativos aos movimentos que fazia poderiam ser percebidos, pois o silencio daquele momento poderia quase que ser tocado, tamanha tensão reinante de expectativas. Como da vez anterior ela não folheava o jornal e seu olho não parecia mover do artigo que lia. Sua perna refletia os mesmos movimentos e finalmente ela virou-se, dando-me as costas, mas dessa vez a visão era muito melhor que a de sexta-feira. Sua bunda estava tapada parcialmente pela calcinha que estava enfiada no rego e marcava perfeitamente a racha da xoxota. Meu gozo foi imediato. Outra vez o lenço previamente preparado foi capaz de conter os disparos de sêmen. Tive que me esforçar para levantar da cadeira e deixar o quarto impregnado por aquele inconfundível olor.
No dia seguinte a excitação era maior ainda. Não podia esperar chegar o momento do descanso da tarde. Durante um tempo pensei em entrar antes do tempo, sem chamar ou me anunciar, quando ela estivesse ainda se desnudando, mas compreendi que era um absurdo provocar essa antecipação que podia não resultar no que esperava ou mesmo complicar aquela cumplicidade tênue. Mas eu queria avançar um pouco mais. Decidi que me masturbaria sem tapar-me com o jornal para que ela pudesse apreciar pelo menos de rabo de olho.
Quando entrei em seu quarto me decepcionei. Ela não estava com a perna dobrada, mostrando sua alva coxa, estava totalmente tapada pela coberta. Sentei-me no lugar de sempre e comecei a ler o jornal, sem saber muito bem como proceder. Depois de alguns minutos ela dobrou a perna, de modo que a coberta caiu entre as mesmas denudando totalmente uma delas. Recuperei imediatamente a excitação, segurei a folha com a mão esquerda e com a direita, saquei meu cacete das calças, mas mantive a mão esquerda afastada de meu corpo, sabia que se ela olhasse para mim, veria perfeitamente meu cacete de fora. Era uma imagem surrealista, pois a paisagem estava montada e ela não fez sequer um movimento ou gesto demonstrando ter visto minha manobra, comecei a acariciar-me, desta vez sem a folha do periódico a tapar meus movimentos.
Seu olhar estava fixo no jornal, mas eu sentia que ela tinha ciência e até mesmo via o que eu estava fazendo, apenas olhava de soslaio, sem ser explicita, apreciava em surdina. Meu coração estava disparado, mas a excitação era mais forte que o medo. Parei meu movimento para pegar a toalha, pois sentia que estava próximo ao gozo, contudo, não a coloquei sobre a mão e a glande consequentemente. Este era o momento em que ela viraria de costas e me mostraria seu traseiro, como das vezes anteriores, mas ela não fazia isso, tampouco passava pagina alguma estava parada, imóvel aparentemente. Aquilo era uma loucura. Comecei a sentir os estertores, os deliciosos arrepios que anunciavam o que iria ocorrer em instantes, o prazer que se aproximava. Em meio ao prazer, pensei: “agora ela vai me chamar a atenção no momento em que eu estiver gozando”. O que vou fazer? O que vou dizer? Tentei pensar nos argumentos, mas não tive nenhuma resposta. Tive a lucidez necessária para só então me cobrir com o lenço, no exato momento em que o Geiger disparava. ela seguia imperturbável lendo o jornal, enquanto sua coxa parecia que me dava piscadelas que se traduziam em toneladas de prazer.
Na quarta-feira decidi entrar apenas de cuecas e com um expressivo lenço nas mãos. O argumento era o extremo calor que estava fazendo, se é que mamãe iria me perguntar isso. Ao me aproximar da cadeira ela levantou a perna como que me dando as boas vindas. Sentei-me e não peguei o jornal, contemplava o que estava diante de mim sem rodeiros ou subterfúgios. Se ela me perguntasse iria dizer abertamente o que sentia que estava enlouquecido de desejo por ela e que faria qualquer coisa para que me deixasse olhá-la, apreciar seu corpo enquanto me masturbava. Mas ela não se pronunciou e assim, saquei meu cacete de dentro da cueca e sem qualquer dissimulação comecei a bater uma deliciosa punheta, com a maior comodidade do mundo. A situação era escandalosa. Deixei de olhar para suas pernas e a fitei diretamente no rosto.
Fiquei estupefato. Ela havia girado a cabeça e me observava fascinada. Ela dirigiu de novo seu olhar para meu cacete. Retirei a mão para que ela pudesse apreciá-la em todo seu esplendor. Consegui com que ela pulsasse um par de vezes, sem colocar as mãos, algo que eu entendia pudesse ser excitante para ela. Ela abriu a boca para dizer algo, mas no ultimo instante decidiu permanecer calada. Era meu momento e sussurrei: – Ajude-me, enquanto me levantava e sentava na borda da cama. Ela não fez nada. Então peguei em sua mão esquerda e a conduzi até meu cacete. Ela não resistiu, contudo permaneceu imóvel com os dedos ao redor do tronco palpitante que era meu membro excitado. Pouco a pouco começou a movê-los muito suavemente.
A sensação era fabulosa. Não me atrevia a fazer mais nada por medo de quebrar o feitiço e ela interromper suas caricias. Pouco a pouco ela intensificou o ritmo. Então me atrevi a acariciar seu braço com as pontas de meus dedos. Ela se movimentou ligeiramente para facilitar a massagem que me fazia com a intensidade que a situação requeria. Disse-lhe que iria gozar, ela não mudou em nada o que fazia. Quando o cacete começou a pulsar em sua mão e a disparar jatos e mais jatos de esperma que caíram sobre a coberta, sobre sua camisola, seu ombro, seu braço e escorreu por sua mão. Ela apenas disse:
– Eu me encarrego disso, depois me limpo.
Sussurrei um obrigado e saí do quarto completamente confuso.
Nem essa noite e nem pela manhã seguinte pude observar no comportamento de minha mãe qualquer sinal estranho. Nem mesmo evitava que nossos olhares se cruzassem e quando isso ocorria, não conseguia captar sinais de cumplicidade. Em algum momento cheguei a pensar que havia imaginado todo o ocorrido durante aquela ultima tarde, mas eu sabia que não era assim e pensava em encontrar provas de que não havia sonhado com aquela situação. Por outro lado, apesar de satisfatório, uma duvida me atormentava, se eu deveria ser mais atrevido e avançar, ou se essa atitude poderia fazer retroceder a intimidade que já havia alcançado. Estava quase seguro que mamãe não deixaria meter nela, mas não sabia se ela me deixaria acariciar sua xoxota, chupar suas tetas ou mesmo beijá-la na boca.
Quando pensava nisso com mais frieza acreditava já ter alcançado um limite além do esperado e que ultrapassá-lo seria muito difícil e ela com certeza se recusaria. Pensei até mesmo em coagi-la, ameaçar contar o ocorrido a meu pai, apresentando-me como vitima, como meio de chegar até sua vagina. Imagem que não saia de minha cabeça e que me fazia babar e melar totalmente a cueca. Ao mesmo tempo pensar nessa canalhice, fazia com que me condenasse pela falta de escrúpulo. Além do mais um prazer tão intenso como o que eu estava sentindo, nascia justamente do proibido, do desejo que sentia por ela. Ao final, nada pude concluir claramente, tinha que me contentar com o alcançado.
A manha de quinta-feira resultou estender-se mais que todo o dia. Durante o almoço uma tia, irmã de mamãe, disse que precisava conversar com ela e que viria para almoçar. Ouvir ela conversar com a tia me deu um aperto no coração, sentia que nada conseguiria nesse dia, até que prestei atenção e vi minha mãe dispensando-a, dizer não estar muito bem, uma dor qualquer que as mulheres arrumam quando não querem fazer alguma coisa e conseguiu com que ela apenas viesse no final da tarde. Tive a impressão que enquanto se negava a receber minha tia naquele momento, ela me olhava de soslaio e ficava com a face levemente avermelhada, envergonhada mesmo. Talvez ela também estivesse esperando com ansiedade o momento de ler o jornal naquele descanso no inicio da tarde.
Depois de comer, fui para meu quarto e me desnudei completamente. Esperei minhas irmãs saírem para o colégio. Assim que ouvi minha mãe entrar em seu quarto após sair do banheiro, me dirigi para lá. Esperei atrás da porta até que cessaram os ruídos que me indicavam que ela estava trocando de roupa. Escutei o barulho da cama quando ela subiu e só então bati na porta. Escutei apenas um entre e me dirigi desnudo até a borda da cama. Mamãe estava com o jornal na mão, mas não o havia aberto. Sentei-me próximo a ela em silencio, sem fazer nenhum movimento, não pedi parte alguma do jornal e vi que ela olhava para minha incipiente ereção.
– Outra vez, disse sorrindo.
Assenti com a cabeça e me recostei na cabeceira da cama. Sem desviar o olhar de meus olhos ela estendeu a mão até tocar suavemente minha coxa, depois deslizou a mesma até entre minhas pernas até tocar meus testículos com a ponta dos dedos. Meu cacete começou então a babar.
Nesse momento minha visão desviou para as roupas que ela havia trocado e que se encontravam s obre a cadeira ao lado da cama, acima de toda a roupa estava uma calcinha branca. Ela estava sem calcinha debaixo da camisola e assim me senti convidado a explorar um novo terreno debaixo das cobertas. Deslizei minha mão por sob a coberta que tapava suas pernas, senti seu corpo estremecer. Mamãe sorriu o toque de sua coxa com a minha provocou um escalafrio em nós dois, fazendo com que meu cacete ficasse ainda maior e mais duro.
Minha mão deslizou por sua coxa e para a parte interna da mesma. Senti que nesse momento ela ficou séria, mas eu estava decidido. Minha mão foi subindo e eu sentindo sua respiração ficar ofegante, até que senti a suavidade de seus pelos em meus dedos. Ela era bem peluda, mais do que imaginava, tinha uma verdadeira floresta entre as pernas. Sua mão por sua vez se aferrou ao tronco de meu cacete e ela manteve as pernas meio fechadas, não me permitindo um livre acesso a sua intimidade. Forçando um pouco, consegui levar minha mão até a entrada de sua vagina, completamente empapada. Senti que estava ficando enjoado de excitação. O cacete continuava a crescer, a glande inchada, parecia estar roxeada, pensei que podia me acontecer algo, até mesmo um infarto, pois meu coração estava tão acelerado quando o pulsar de meu cacete em sua mão. Não sabia bem o que fazer. Consegui introduzir um dedo dentro de sua vagina acentuando assim a deliciosa sensação. Comecei a mover meu dedo, apertando e dobrando de modo a introduzir dentro dela uma parte do mesmo. Ela seguia acariciando meu cacete no mesmo ritmo nesse momento ela apertou meu cacete com mais força e fechou os olhos. Comecei a mover meu dedo dentro dela e ela tremia e arrepiava a pele inteira. Eu não sabia se devia tirar a coberta e descobri-la, montar nela e cravar meu membro em suas carnes desejadas e molhadas, ou ficar naquela situação de punheta dupla eu nela e ela em mim. Uma vez mais o covarde venceu a guerra e preferi deixar para o dia seguinte um avanço maior e também que seria ela quem iria comandar meus avanços, assim, não perderia nada e não retrocederia se fizesse algo que não a agradasse. Concentrei-me em sua xoxota, ela abriu os olhos e me fitou com certa timidez, esboçou um sorriso e murmurou:
– Estou gostando muito!
– Eu também, respondi com a voz quase sumida. Nós vamos fazer isso de novo mamãe?
Ela apenas sorriu e não respondeu nada. Nesse momento decidi que iria tentar meter nela, não apenas pelo prazer, mas porque sentia que nos dois queríamos e merecíamos. Eu tinha que lhe dar todo o prazer que fosse capaz, senti que todo o prazer que percorria meu corpo era algo perverso, pecaminoso, sem nada parecido, uma manifestação sobrenatural do mais sublime. Com essa sensação percorrendo meu corpo, senti que meu gozo estava chegando rápido.
– Parece que você já vai gozar? Ela disse. Espera um pouco? E sem interromper a punheta tentou pegar um lenço que havia trago e colocado debaixo do travesseiro, mas naquele momento, aconteceu a explosão e meu cacete começou a disparar jatos e mais jatos de esperma nela. Nesse momento senti que sua vagina apertava meu dedo, que ela fechava os olhos e soltava um gemido profundo, parecendo que estava saindo do fundo de sua alma, sua pele completamente arrepiada, as coxas se fecharam apertando minha mão senti que ela também gozava e o orgasmo de nós dois foi quase simultâneo.
– Perdoe-me, não consegui segurar!
– Problema nenhum filho, problema nenhum.
Ela então me pediu que saísse do quarto, pois precisava descansar. Dei-lhe um beijo na face e me levantei saindo do quarto. Ao chegar à porta e antes de sair, virei-me e agradeci:
– Obrigado mamãe.
Vi um largo sorriso em seus lábios e percebi como sua face ficou totalmente avermelhada.
Na noite uma dúvida me atormentava! Eu devia ir ou não ao quarto de minha mãe? Por um lado eu queria sentir novamente seus dedos me tocando, me acariciando e também de tocá-la, de gozarmos juntos como pela tarde, mas dessa vez sem a pressa do tempo no descanso da tarde. Por outro lado havia o medo de sermos descobertos, a sensação do perigo, principalmente porque minhas irmãs estavam próximas e poderiam ouvir algum som que nos denunciasse.
Em meio a minhas elucubrações dei conta que no fundo o que me detinha não era o perigo de sermos descobertos, o risco era mínimo e o desejo era muito mais forte. O que me refreava era o medo de enfrentar o cumprimento de minha promessa, passar para a ação e meter em minha mãe. E na realidade eu não temia ser rechaçado por ela, pois meu atrevimento nos levou a um espaço que jamais pensei que pudesse alcançar. O que me aterrorizava era ela me deixar enfiar o cacete dentro dela, era a força do incesto, o tabu, arraigado profundamente em nossas entranhas. Assim, percebi que estava rodeando o desenlace final, apenas por medos subjetivos, esperando a oportunidade perfeita em que montaria sobre ela e a penetraria, sem arrependimentos.
Nos dias anteriores havia passado os momentos mais deliciosos de minha vida, mas não sabia qual seria minha reação ante o corpo desnudo de minha mãe exposto para que eu pudesse cravar minha masculinidade dentro dela. E outro temor se referia ao depois, como seriamos depois de termos feito amor um com o outro, nossa relação mãe e filho, após todas as peripécias sexuais que tínhamos vivido o carinho iria aumentar, nasceria algum sentimento mais forte, ou nos afastaríamos envergonhados de tudo. A figura de meu pai era distante, mas o assunto gravitava ao redor de sua figura, afinal de contas ele era o chefe da casa, era o marido dela e tinha seus direitos de esposo, apesar de passar longo tempo sem exigi-los ou posso dizer usufruí-los. O que já tínhamos feito era grave, mas manter relações sexuais era terrível. Assim decidi esperar pelo dia seguinte para nosso horário privativo e que seria o último antes do final de semana e para piorar ainda havia o retorno de nosso pai na manhã do domingo.
Aquela sexta-feira era a última seção, antes de um grande período de abstinência, pois meu pai entraria de férias e assim, não teria as tardes livres com mamãe como até então, assim, apesar de todos os temores, decidi que tentaria meter na mamãe nessa sexta-feira. Decidi forçar a barra, não iria respeitar os minutos que ela levava para trocar de roupa e sentar na cama para ler o jornal. Assim, aguardei nu em meu quarto, quando ouvi mamãe sair do banheiro e entrar no quarto dela, sem qualquer dúvida, me dirigi até lá e abri a porta sem chamar. Mamãe se surpreendeu e ficou nervosa. Pediu-me que aguardasse cinco minutos enquanto ela deitava. Disse que preferia ficar ali naquele momento. Ela se negou, eu insisti. Disse-lhe que não olharia enquanto ela se desnudava. Não sabia por que, mas sentia que se tivesse sua aceitação seria um passo definitivo. Por fim ela aceitou e pediu que eu virasse de costas. Dei a volta na cama e me coloquei atrás da cadeira onde tudo havia se iniciado a aventura semanas antes e esperei cheio de ansiedade.
Foi difícil resistir à tentação de virar a cabeça ao escutar as vestes sendo tiradas e trocadas. Uma vez mais me atormentava a duvida: deveria olhar ou ser obediente? Minha imaginação voava sobre o que ocorria às minhas costas, meu cacete estava tão duro que até doía, a glande inchada parecia o chapéu de um cogumelo, cujas abas aumentavam seu tamanho e espessura, voltei a pensar na possibilidade de sofrer um infarto, pois meu coração estava disparado. Queria que ela me visse excitado naquele momento e assim, sem voltar a cabeça, girei um pouco o tronco, mostrando-lhe como estava naquele instante devido a ela, mostrar o material que ela iria usufruir em instantes. Nesse momento escutei as molas da cama, me virei a tempo de vê-la nua, tapando-se com o lençol. Aproximei-me da cama, segurava meu cacete, balançando-o e me deitei à sua direita, facilitando assim o trabalho de nós dois.
Sem preâmbulos mamãe segurou meu cacete e começou a movimentá-lo com mais ímpeto que nunca. Eu deslizei minhas mãos por baixo do lençol até encontrar a pegajosa entrada de sua vagina. Melhor posicionado dessa vez, enfiei o dedo completamente dentro dela, senti apenas os músculos internos de sua vagina apertarem meu dedo em sinal de prazer e aceitação. Eu havia feito um pacto comigo e não estava disposto a voltar atrás principalmente devido ao alto grau de excitação que estava sentindo. Coma mão esquerda comecei a puxar o lençol tentando destapá-la. Saquei a mão da vagina dela, que me olhou surpreendida. Sorri para ela e soltando-me da pressão de sua mão me inclinei sobre ela com a visível intenção de deitar-me em cima dela.
Sua reação foi imediata. Tapou-se com o lençol e me disse:
– Isso não! Nem pense nisso! Nem tente isso.
Fui tão estupido que ainda tentei contestar.
– Mas! Porque não?
– Porque não tenho vontade. Além do mais é um pecado terrível e irreparável. É incesto. Acaso não sabe disso?
Recuperei o controle. Percebi que seria inútil discutir com ela, tentar explicar que o que estávamos fazendo nas duas últimas semanas também era incesto, era pecado e que ela desfrutou de tudo. Respirei fundo e então propus:
– Ok, você está certa, podemos voltar ao que estávamos fazendo antes?
– Não sei! Você irá se comportar?
– Sim, irei, pode confiar! Disse isso segurando sua mão e levando-a ao meu cacete que estava a meia bomba devido ao estresse daquele momento. Ela segurou meu cacete e o acariciou, fazendo com que rapidamente recuperasse a ereção ao mesmo tempo em que eu a tocava na vagina e acariciava toda sua intimidade.
Segundos depois estávamos imersos de novo no transe do prazer, observei que mamãe ficava olhando para meu cacete. Voltei a dizer a ela o quanto aquilo era e estava gostoso e que a mão da mesma era maravilhosa ao me fazer aqueles carinhos e que queria continuar fazendo a mesma coisa muitas vezes.
Ela me sorriu docemente e assentiu com um gesto de cabeça. Pedi que ela afastasse o lençol porque queria ver seu corpo, como ela estava vendo o meu. Ela balançou a cabeça em negativa, mas não soltou meu cacete que continuou punhetando. Enfiei meu dedo maior fundo em sua vagina, fazendo com que ela soltasse um alto gemido.
– Não é justo que você me veja e eu não possa desfrutar do mesmo.
Ela então voltou a sorrir e deixou que eu afastasse o lençol que a cobria. Agora sim eu podia desfrutar daquele delicioso corpo, de coxas bem claras e grossas, o volume de seu monte de Vênus, os lábios bem rosados e o clitóris bem avultado para fora de seu prepúcio protetor. Ela flexionou as pernas para me dar maior acesso aos toques em suas carnes intimas, eu procurei me esmerar nas caricias e sentia como ela a cada toque apertava levemente meu cacete, desfrutando da caricia que estava me prodigalizando, com aquelas mãos macias aquelas maternas mãos.
Sentia que dentro de alguns dias conseguiria cravar meu cacete em sua buceta cujas deliciosas paredes apertavam meus dedos. Essa pressão foi excessiva, tanto que em alguns segundo explodi num gozo intenso. Eu disse a ela que iria gozar e ela então apontou meu cacete para seu corpo e recebeu nos peitos e barriga, cada jato disparado, deixando-a completamente babada.
Eu não sabia se ela tinha atingido o gozo, o orgasmo, tanto que retomei com os dedos o movimento dentro de seu canal. Ela se deixou tocar. Apesar de minha inexperiência eu tinha ciência de que era apenas questão de tempo, conseguir fazer amor com ela e não iria demorar muito. Eu notava que ela ficava cada vez mais excitada, cada vez mais quente e principalmente cada vez mais desinibida. Havia apenas uma questão a ser definida, por quanto tempo ainda teríamos esses momentos de intimidade mãe e filho. Com a mão direita na xoxota, levei a esquerda aos seus seios e comecei a acaricia-los, não me importando de tocar meu próprio esperma que estava escorrendo pelo vale e ventre de mamãe. Afastei um pouco seu braço para olhar seu corpo pelo flanco, vi sua axila e a beijei, provocando nela arrepios e até mesmo uma ação de se afastar, uma ligeira resistência. Continuei beijando seu flanco e em seguida, beijei a lateral de seu seio e fui subindo por ele ate alcançar seu mamilo intumescido. Comecei a notar as ondas de prazer que seu corpo sentia sua respiração se acelerar, cheguei mesmo a morder o mamilo, provocando nela um ricto de dor, ao mesmo tempo em que um profundo gemido ressoou em sua garganta. Eu recuperei minha ereção no exato momento em que percebi que ela estava gozando, novamente em minha cabeça passou a intenção de montar em seu corpo, principalmente porque ela foi se relaxando e escorrendo pela cama, abrindo as pernas enquanto seu corpo era castigado pelas ondas de prazer proporcionadas pelo orgasmo, quando comecei a mover meu corpo, para deitar ao lado da mesma e depois montar seu corpo, escutamos o telefone tocar. Era minha tia chamando-a para sair, pensei em mil maldições, a brincadeira havia terminado.
As perspectivas do final de semana sem o descanso da tarde e a chegada de meu pai no domingo fizeram com que eu decidisse tentar a sorte na sexta-feira a noite. Resolvi que iria a noite ao quarto de minha mãe para dar um último amasso e tentar completar o que estava encaminhado pela tarde, mas que falhou devido à intervenção de minha tia. Eu havia percebido alguns sinais que pareciam me convidar para a aventura noturna. Não apenas certos olhares como também uma caricia descuidada no cabelo enquanto ceávamos. Mais tarde, quando assistíamos televisão depois de cear, me sentei em frente ao sofá ocupado por minha mãe. De forma dissimulada, exceto para ela, havia estado olhando incessantemente para suas pernas, especialmente para a junção das mesmas. Ela por sua vez, não arrumou a saia quando a mesma subiu, mostrando-me uma parte generosa daquelas coxas que tão bem conhecia. Em dado momento abriu levemente as pernas permitindo-me ver o vértice desejado, coberto por uma minúscula calcinha, onde foi possível ver a sombra de seus pelos mais íntimos, não era necessário tanto estimulo. Ela tinha seu filho excitado como um cachorro no cio e dada a situação, estava decidido a tentar passar parte da noite nos braços dela, se possível entre suas coxas, cada vez mais abertas e expostas à sua visão.
Porém teria que esperar até ter a segurança de que suas irmãs estariam dormindo se mostrou quase insuportável, principalmente porque dependia apenas de mim o momento em que a mesma cessaria. Foi a espera mais difícil de toda essa aventura. Esperei até quase uma e meia da madrugada e decidi que havia chegado o momento. Consegui percorrer o caminho do meu até seu quarto com a sutileza e silencio de um caçador experiente, os segundos pareciam intermináveis, mas por fim cheguei até sua porta. Girei a maçaneta lentamente, puxando-a de modo a evitar que a porta se abrisse e fizesse aquele peculiar barulho da lingueta soltando-se. A porta foi sendo aberta milímetro a milímetro. Mesmo assim não consegui completar toda a operação no silencio que pretendia, pois as dobradiças não estavam suficientemente lubrificadas e um pequeno rangido ecoou na madrugada. Finalmente entrei naquele quarto e repeti a operação ao inverso, fechando a porta às minhas costas. Nesse momento, ouvi um sussurro de minha mãe:
– Passe a chave na porta!
Sorri enquanto obedecia à sua solicitação. Minha mãe estivera me esperando acordada. Sua voz parecia nervosa e até mesmo com mais desejo que o meu. Dei-me conta de que o ocorrido horas atrás havia sido uma introdutória e que seus lances, olhares e gestos, eram apenas provocações para assegurar essa visita.
Sem preâmbulos ou preliminares levantei o lençol e deitei-me a seu lado. Ela estava usando uma camisola. Eu não sabia bem qual deveria ser minha estratégia. Comecei a acaricia-la e descobri com um toque que ela estava sem calcinha. Enquanto deslizava a mãos e os dedos por seu corpo e ventre, comecei a acercar meu corpo do dela buscando um abraço.
– Há uma coisa que não iremos fazer! Já sabe o que? Disse-me.
Eu apenas balancei a cabeça em sinal de aceitação, meu cacete estava a poucos centimetros de seu púbis.
– Concordo.
– Não filho, você precisa me prometer que nem vai tentar. Isso é incesto, é muito grave. É irreparável. Não podemos fazer.
– Se você quiser firmamos a promessa com um beijo.
Meu cinismo subiu vários degraus nesse instante.
– Tudo bem, me de um beijo.
Nossa bocas se juntaram pela primeira vez. Ela mantinha a boca fechada, enquanto eu procurava penetrá-la com a língua. Ela resistiu com tenacidade. Separei-me um pouco e disse-lhe:
– Não podemos firmar uma promessa dessa maneira. Um beijo é um beijo e não um roçar de lábios.
Com a mão esquerda eu acariciava com suavidade sua nádega e a racha de sua bunda, deslizando a ponta do dedo até sentir seu ânus apertado e fechado como um asterisco. Comecei a aproximar meu corpo do dela. Meu cacete entrou em contato com seu ventre, já a escassos centímetros da entrada de sua vagina. Esse contato atuava sobre seus medos e receios, como a chama para a parafina da vela, tentei beijá-la de novo. Dessa vez ela deixou a boca entreaberta. Não tentei introduzir imediatamente minha língua, mas a deslizei por seus lábios, arrancando dela um involuntário gemido. Ficamos assim, com as bocas unidas, semiabertas. Enquanto eu movia e apertava o cacete contra seu ventre. Com a mão que acariciava sua bunda, tentei descer mais a mão de modo que meus dedos pudessem alcançar a entrada de sua vagina. Mamãe abriu um pouco mais a boca e deixou que minha língua entrasse por aquela pequena fenda, alguns centímetros, não muitos, mas eu já podia passar a ponta de minha língua por sua arcada dentária e sentir na ponta, sua língua ainda protegida e imóvel dentro de sua boca.
Aquela seria a fenda através da qual iria penetrar o exercito invasor. Alguns pretendem desvalorizar o poder de excitação de um beijo outros dizem que podem ter quase a intensidade de um orgasmo. Minha mãe começou então a sugar aquela pequena ponta de minha língua, ela chupava minha língua, dava pequenos mordisco e gemia. Eu não perdi a cabeça e estava concentrado em toda aquela situação, principalmente na posição que a cabeça de meu cacete se encontrava entre suas pernas, minha glande completamente babada de meus fluidos lubrificantes que se uniam aos fluidos produzidos por ela mesma e que estavam besuntando o corpo de meu cacete que deslizava por seus grandes lábios, abrindo-os, expondo sua intimidade. Mamãe havia perdido a cabeça, me deixava fazer quase inconsciente.
Posso jurar que não foi absolutamente deliberado, ainda que tivesse ciência que nenhum tribunal me absolveria. Em um momento em que fiz um movimento pra frente, mamãe entreabriu um pouco mais as pernas, pouco, mas foi o suficiente para que minha glande deslizasse para dentro dela da forma mais natural e imprevista possível ou que se possa imaginar. Quando percebemos o que estava acontecendo, dois terços de meu cacete já estavam profundamente encravados dentro dela. Meu membro não era um portento como dos atores de filmes pornôs. Mas possui um tamanho e grossura consideráveis. O prazer era irresistível. Ela interrompeu o beijo.
– O que você está fazendo? Não pode ser! Não pode ser! Isso é terrível.
Mas apesar de suas queixas verbais, seu corpo não resistia e ela não se afastou nem um milímetro, acredito que se ela estivesse sentindo a metade do prazer que eu estava sentindo, não havia nenhuma possibilidade de que aquele ato fosse ser interrompido por sua vontade própria.
Ao contrário ela abriu ainda mais as pernas e eu enfiei o resto que sobrava de fora para dentro daquele canal quente, apertado e completamente encharcado, até que senti meu púbis chocar-se com o dela, eu estava dentro de seu ventre.
– Não pode ser filho, tira pra fora. Por favor! O que você vai pensar de mim?
Mantive-me imóvel, respirando com força enquanto abraçava minha mãe e tentava beijar sua boca. Ela afastou a cabeça, mas não o púbis, que permanecia aferrado ao meu, com meu membro completamente teso enfiado profundamente dentro dela. Nunca antes havia sentido meu membro tão grosso e duro quanto naquele momento.
– Você me havia prometido! Tira por favor!
Por um momento pensei em obedecê-la apenas pelo prazer de ver sua reação, mas era esse mesmo prazer que me impedia de fazer isso. Estava finalmente metendo em minha mãe.
Era o sonho de felicidade mais insensato que se poderia conceber, ela que durante semanas se tornara uma obsessão absurda. Eu sabia que com apenas algumas poucas bombeadas iria gozar e encher seu útero com a semente nascida dela mesma. Eu teria que renunciar e ter uma força de vontade inumana para renunciar àquele momento de gloria, ao abraço delicioso de sua vagina. Necessitei de grande força de vontade para manter-me tranquilo e não eclipsar numa espécie de epilepsia.
Comecei a mover-me. Primeiro com muita suavidade. Mamãe abriu mais as pernas.
– Não pode ser! Dizia para si mesma e não mais para mim.
Nós dois sabíamos que aquilo era irreversível e somente acabaria da melhor maneira possível. Nossos corpos estavam preparando os orgasmos de nossas vidas. Segui movendo meu corpo suavemente, consegui fazer girar nossos corpos até que mamãe ficou deitada de costas comigo encima dela. Senti o cheiro de seu suor misturado com sua excitação. Éramos dois animais no cio, isso me excitava ainda mais.
Comecei a bombear meu cacete num ritmo crescente. Agora meus testículos se chocavam com seu períneo e seu ânus. Notei que minha mãe estava começando a sucumbir ao orgasmo, se eu continuasse iria também gozar e não queria abreviar aquela posse. Num último esforço, tentei abandonar aquela cópula, apenas para retomar a respiração e readquirir o controle da relação, sabia que se gozasse, haveria aquele período de recuperação e que nesse momento, minha mãe também recuperaria o controle de seu corpo e de seus pensamentos e sentimentos e tudo poderia se acabar naquele momento. Quando ela sentiu que eu estava saindo de dentro dela, num movimento rápido e certeiro, enlaçou minha cintura com suas pernas e me apertou, obrigando-me a voltar para o fundo de seu canal, de sua cova, deixando-se dominar pelo prazer, sem oferecer mais resistência. Nossas bocas novamente se fundiram, olhamo-nos nos olhos.
– O que você vai pensar de mim agora?
– Que você é maravilhosa! Que te amo mais que tudo. Que quero fazer amor com você todas as vezes e todos os dias.
Após esse breve diálogo, retomei meus movimentos de entrar e sair de dentro dela, com estocadas cada vez mais profundas e intensas. Percebi que meu orgasmo estava tão iminente quanto o dela. Sabia que não iria demorar em começar a disparar toda minha carga de esperma a toda pressão.
– Estou quase gozando mamãe, falta muito pouco.
Ela se deixava levar naquele embalo.
– Falta muito pouco. É lindo, é delicioso e intenso.
Voltei a beijar sua boca e acelerei o ritmo de meus movimentos notando a deliciosa força do orgasmo em todo o corpo.
Mamãe estava gozando também, estávamos gozando juntos, cadenciados. Ela apenas gemia e eu sentia os espasmos de seu corpo e de seus músculos, externos e internos apertando meu corpo. Quando as ondas de prazer foram se desvanecendo demo-nos conta que nossas vidas haviam mudado, nada nunca mais voltaria a ser igual. Que nesse momento iniciava-se algo novo. Voltei a beijar sua boa. Meu membro flácido abandonou suas entranhas deixando ali dentro meu sêmen, minha masculinidade. Deitei ao seu lado na cama, em poucos segundos estava dormindo profundamente.
Quando despertei tardei alguns segundos para perceber que ainda estava na cama de minha mãe e que ela estava adormecida a meu lado. Virei o corpo para olhar as horas na mesa de cabeceira. Eram quatro e quinze da manha. Eu tinha mais duas horas pelo menos para colocar em prática algumas de minhas fantasias. Meu movimento deve ter despertado mamãe. Acariciei seu braço lentamente, deslizando a ponta de meus dedos por toda a extensão do mesmo, até chegar à sua mãos onde cruzei meus dedos com os dela.
– Filho espera, precisamos conversar!
Não era o que eu mais queria naquele momento, mas sabia que teria que escutar o sermão, mais cedo ou mais tarde. Fiquei assim em silencio.
– Preciso lhe explicar algumas coisas. É imperativo que me entenda.
Fez uma pausa.
– Sabe seu pai e eu! Há muito tempo não temos nada um com o outro! Não fazemos mais sexo.
Senti uma mescla de alivio e espanto. Na realidade, aquela revelação não era de todo inesperada. Desde o momento em que tudo aquilo havia começado eu sabia que minha mãe estava sendo empurrada por alguma carência. Mamãe não era uma ninfomaníaca e nem eu era imbecil o suficiente para pensar que apenas minha cara bonita havia transtornado e seduzido aquela bela e madura mulher. Em vários momentos pensei no assunto e a única explicação razoável era a que acabara de ouvir de seus lábios. Para mim tudo tem sido muito difícil, por isso aconteceu entre nós, eu temia que ocorresse com alguém de fora, embora não possa parecer, passei por situações perigosas.
Agora sim ela havia conseguido me surpreender mais ainda.
– Se insinuaram para mim!
– Quem se insinuou, em que situação?
– Seu tio Frederico, marido de sua tia Francisca irmã de seu pai, chegou a me encurralar num canto querendo meus favores.
Fiquei irado, aquele ser desprezível e desagradável, havia dado em cima de minha mãe e por pouco não havia conseguido seduzi-la e possuí-la.
Pensar naquela situação culminou por me excitar, fiquei pensando na situação, minha mãe, uma bela e nova mulher, correndo daquele tio gordo e feio que queria usufruir de seus favores sexuais, sabendo-a carente por culpa exclusiva de meu pai, seu cunhado. Eu precisava saber detalhes daquela estória, mas iria teria que esperar. Mamãe seguiu com sua explicação.
– Estava muito assustada se acontecesse alguma coisa entre eu e ele, sentia-me desamparada por que seu pai me ignorava, cheguei a achar que somente atraia homens como ele, já velhos, gordos e feios. Então depois daquele dia quando fiz o curativo em sua perna e percebi seu membro endurecer, comecei a me lembrar que você também me olhava com desejo, que buscava minhas calcinhas usadas, que se escondia para me ver trocando de roupa. Mas era diferente, você era meu filho, acreditei que poderia manejá-lo. Sentia-me excitada o tempo todo, gostava de sentir seu olhar percorrendo meu corpo e principalmente, tudo acontecia aqui dentro de casa, protegido de olhares indiscretos e de estranhos, em suma sem perigos. Nunca pensei que pudesse avançar e chegar tão longe, a principio havia excluído a possibilidade de qualquer contato físico e olha o que aconteceu. Agora estou preocupada.
– Fico com medo que nossa relação mude. Deveríamos não mais fazer isso!
– Por favor, mamãe não diga um absurdo desses! Eu amo você e agora mais ainda que antes. Desde há muitos anos sinto estar ligado a você de uma forma diferente e agora consegui sentir a maior felicidade do mundo. É um segredo meu e seu ninguém precisa ou vai ficar sabendo. Dar e receber prazer de você são a gloria. Poder me declarar e viver meu amor por você, trocar carinhos e ser correspondido.
Eu sentia que minhas palavras estavam penetrando em todos os poros da mesma. Comecei a acariciar seus braços, depois os seios. Havia percebido que deveria contar o meu lado da estória.
– Há anos estou atraído por você. Confessar isso me deixa confuso e envergonhado.
– Diga-me filho.
– Por várias vezes eu te espiava tomando banho, trocando de roupa e até mesmo fazendo seus afazeres de casa. Eu sempre fui apaixonado pela senhora, era obcecado em te olhar e isso sempre me excitava, fazia questão de estar perto para poder desfrutar da visão de seu corpo, quando você sorria parecia que um sol brilhava dentro dessa casa e dentro de meu peito.
– Homem já havia percebido algumas coisas, mas acabei não prestando muita atenção. Nunca pensei que isso fosse tão sério e tão antigo assim.
Dessa vez quem sorriu fui eu, levando a mão à sua coxa e acariciando-a.
– Perdoe-me, mas eu tinha muito tesão pela senhora. Naquele dia em que a senhora trocou meu curativo pela primeira vez e eu percebi que havia ficado olhando para meu cacete duro dentro da cueca, senti que tinha uma chance de me aproximar da senhora e tentar fazer de meus sonhos realidade. A partir daquele dia não pensei mais em outras mulheres, apenas na senhora. Quando começamos a viver essa aventura, me senti no paraíso e essa noite ao fazer amor com a senhora senti que se realizavam meus sonhos e que pelo menos em parte eles eram correspondidos pela senhora.
Enquanto falava eu continuei acariciando suas coxas e fui subindo até sua virilha, onde comecei a acariciar sua vulva já completamente molhada, empapada, com seus fluidos escorrendo pela coxa.
Havia chegado o momento de saber a versão de mamãe e ela começou a relatar nosso caso. Naquele primeiro dia, quando troquei seu curativo, vi que você foi ficando excitado e não acreditava no que estava vendo. Seu cacete crescia e engrossava, esticava o tecido da cueca e eu não imaginava como você poderia ter uma arma desse tamanho. Que após o curativo, teve que se refugiar no banheiro da suíte porque havia ficado com as pernas bambas e com a calcinha completamente ensopada, foi a primeira vez que pensou seriamente em manter uma relação sexual com outro homem e trair meu marido Me contou que estava consciente de que me estava excitando. A primeira vez que dobrou a perna, foi casual, mas ao perceber minha reação a manteve. Percebeu que eu estava me tocando e havia ficado muito excitada com aquilo. Que se virou apenas para me dar liberdade de continuar a punheta e me desafogar. Aqueles momentos em seu quarto havia lhe dado mais prazer que a maior parte de sua vida adulta, de mulher casada e mãe de família, mais prazer até que as cantadas de seu cunhado ou de desconhecidos na rua, quanto ao prazer recebido de seu pai esse era praticamente apenas uma recordação do inicio do casamento. Mas a tentação foi tanta que ficou ansiosa e querendo mais ainda, tanto que no dia seguinte esperou minha ida ao seu quarto com ansiedade.
Logo a questão foi escapando de meu controle e de minhas mãos. Eu pensei que conseguiria manter as aparências e ficar despistando, fingir que não estava percebendo nada, nem seus gestos, suas manobras e principalmente seus movimentos. Seguiria desfrutando discretamente de suas punhetas em minha homenagem, tal como ocorreu no primeiro dia da leitura do jornal em meu quarto. Na dia que você entrou de cuecas e que não se tapou com o jornal, foi automático. Olhei para seu membro e não mais consegui desviar a vista. Quando você chegou perto e me pediu ajuda não podia e nem queria resistir mais. Deixei de pensar, foi automático e logo não podia mais parar. Ao segurar seu membro, sentir sua potencia em minha mão e perceber que você iria gozar rapidamente, eu mesmo tive um orgasmo tão intenso que tive que usar toda minha força de vontade e discrição para tentar esconder isso de você. Naquele momento se você tivesse montado em cima de mim, teríamos feito amor com certeza, porque eu estava entregue e desejava você dentro de mim mais que tudo no mundo.
Decidi por mais lenha na fogueira.
– E foi muito melhor do que havia esperado que fosse! As punhetas que bati durante anos pensando na senhora, não se comparam ao momento em que tive a senhora em meus braços. Eu queria manter minha promessa de não te penetrar, apesar de desejar isso mais que tudo na vida. Quando meu cacete ficou entre suas pernas, nos dois de frente um pro outro, se beijando, senti que a senhora afastava a perna uma da outra, senti meu membro deslizando entre seus lábios vaginais e senti que ele estava ficando super molhado e que os fluidos não eram apenas os meus. Eu comecei a afastar meu corpo, contra vontade, mas comecei, no momento em que a senhora empurrou seu quadril pra frente como que procurando o contato anterior, meus muros caíram e empurrei meu corpo pra frente, foi nesse momento que senti que estava entrando na senhora. Sabia que foi a primeira vez que entrei em uma mulher? Nunca antes havia mantido uma relação sexual, você foi a primeira.
Mamãe gemeu e senti como seu fluxo de fluidos aumentou e começou a escorrer como se fosse uma fonte, como se tivesse aberto uma torneira dentro dela. Seu corpo se retesou e ela começou a gozar, um orgasmo intenso, mágico.
Quando ela começou a se recuperar continuei meu relato. O pior é que agora vai ser muito difícil ter tempo e condição de ficar com a senhora, papai está chegando amanha de viagem e vai tirar férias, possivelmente vocês vão viajar alguns dias e não sei como podemos fazer.
– Filho o pior é se alguém descobrir nossa relação. Quanto a seu pai não se preocupe, ele tem muitas viagens para fazer esse ano e quanto às férias não se preocupe, não poderemos viajar por causa das aulas de suas irmãs e elas ainda precisam de minha presença em casa. Essa primeira semana ele tem uma viagem com alguns amigos, creio que irá pescar e depois veremos como a coisa anda, não crie problemas onde eles não existem. Em todo caso sempre estarei disposta para você e cada vez que surgir uma oportunidade espero que possamos continuar fazendo esse amor delicioso que experimentamos hoje.
Abraçamo-nos e a beijei novamente. Mamãe estava com os olhos cheios de lágrimas, perguntei se estava triste e me respondeu que estava feliz e que se emocionara com nossas revelações.
– Sou toda sua. Quero que faça comigo o que queira fazer.
– Saiba que tenho algumas ideias terríveis! Mas o mais importante é saber que a senhora sente prazer comigo e principalmente que quer continuar essa relação, que sei não ser normal e nem muito licita frente aos demais. Mas tenho uma duvida que preciso esclarecer.
– Diga logo de uma vez?
– Como deverei te tratar doravante, mamãe ou por seu nome.
– Me chame como quiser, a cada momento, isso não tem importância. O importante agora é o seguinte: vem cá monte em cima de mim e me penetre novamente, te quero dentro de mim, no fundo de meu corpo, fazendo-me sentir o prazer que preciso e que anseio sentir. Torne-me mulher novamente, fêmea desejosa de seu macho, torne-se meu homem e a partir de hoje, meu novo marido, meu amante, meu amor, estarei sempre entregue a você, sou sua, toda sua. Quero sentir sua boca em meu corpo, em minha vagina em meus seios e quero sentir a minha em seu corpo também, devemos nos entregar sem pudores e com paixão, dentro dessas paredes tudo será permitido e não haverá freios para nosso prazer.
Diante dessas declarações, abracei seu corpo, acariciei o mesmo e pedi que deitasse de bruços. Mamãe deu um sorriso e se virou. Acendi a luz de cabeceira. Por nada no mundo perderia o espetáculo a seguir. Enfiei minha cara entre suas nádegas, ela abriu as pernas e comecei a lamber sua bunda, seu ânus, deixando uma grande quantidade de saliva depositava naquele orifício. Acariciei aquele asterisco com a ponta do dedo, tipo fazendo cócegas e então empurrei um pouco, até conseguir com que meu dedo penetrasse pouco a pouco aquele buraco. Mamãe foi se acomodando e empinando a bunda, abrindo-se para mim. Meu dedo maior estava todo dentro dela e então enfiei um segundo, devagar, com carinho abrindo aquela abertura preparando-a para o que faria a seguir.
Minha mãe pelada, de quatro naquela cama, eu atrás dela, com meu cacete duro na mão, apoiando a cabeça naquele asterisco rosado. Forcei, empurrei, até que a glande venceu a resistência e penetrou. Ela gemeu a invasão. Perguntei se doía e ela me mandou continuar. Empurrei mais ainda até que meu púbis se chocou com seu traseiro.
– você gosta mamãe?
– Sim muito, comece a meter que estou babando feito uma égua no cio!
Comecei a meter em sua bunda, segurei primeiro em sua cintura e depois em seus seios, bombeava forte, tomando posse daquele reduto, ela gemia gostoso, ronronava feito uma gata.
– Então meu tio queria comer sua bunda? Disse num repente!
– Sim, mas eu nunca daria pra ele! Eu estava muito mal porque seu pai não me liga não me procura. Sentia-me deixada, mal amada, abandonada.
– Mas isso agora mudou mamãe, você é minha e vou meter em você sempre. O barulho de meu cacete entrando e saindo de sua bunda era uma sinfonia que nos excitava mais ainda.
– Uma mulher precisa saber que é desejada pelos homens. Não aceitei, mas deixei ele avançar um pouco.
– Quando foi isso?
– Meses atrás, já tem um tempo, mas ultimamente ele tem voltado a me atentar, ligando, mandando mensagens, se insinuando!
– Não continue a contar isso que vai me fazer gozar, principalmente por saber que ele te deseja, não conseguiu nada e sou eu quem estou metendo em sua bunda.
– Pois goze seu bobo, quero sentir toda sua porra dentro de mim. Nem precisa me dizer isso, apenas goze me encha com sua semente, com seu esperma, seu sêmen, sua porra ou qualquer nome que seja.
Diante daquele cenário e daquela conversa, comecei a gozar, sentia os jatos sendo disparados no interior daquele ânus, daquela bunda deliciosa e mamãe também começou a tremer e gozar quase em uníssono, quase instantaneamente, estava entregue.

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