Adorei um pinto grosso

Ola, meu nome é Debora, tenho 25 anos e fui casada a 6 anos com Roberto. Casei virgem, nunca tinha visto um homem pelo, exceto meu marido, então o único pinto que eu vi, peguei e entrou dentro de mim foi do meu marido, e isso somente no dia da lua de mel.

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Na primeira vez, a transa foi um misto de medo e excitação, pois estaria me entregando pela primeira vez para um homem, o meu homem, mas confesso que não foi tão empolgante como eu imaginava.

No meu primeiro dia, imaginava que quando eu abrisse as minhas pernas, e meu marido enfiasse o pinto dentro da minha buceta, sentiria um prazer sem igual, com aquele musculo penetrando dentro de mim, mas realmente não senti tudo aquilo que imaginava.

Os anos se passaram, as transas não me davam o prazer que eu imaginava. Cheguei a procurar uma ginecologista, achando que poderia ter alguém problema ginecológico, algum problema de sensação, alguma doença, etc, mas todos os exames me disseram que eu estava fisicamente OK.

Cinco anos se passaram, e meu marido não conseguia me satisfazer como eu queria. Sonhava em gozar loucamente com o pinto dele dentro de mim, cheguei até a dar a bunda pra ele uma vez, que apesar de doer um pouco, mesmo assim não conseguia gozar com ele.

Quando estava achando que eu era incompetente em termos de sexo, acabei assistindo um filme pornô, onde vários caras comiam varias mulheres ao mesmo tempo, e foi ai que descobri qual era o meu problema: o problema era meu marido. Meu marido tinha menos da metade dos pintos dos atores daquele filme, foi ai que assistindo muitos filmes, e pesquisas, descobri que meu marido tinha um pinto, além de pequeno, muito fino.

Confesso que pensei em pedir o divorcio, ou até pedir a anulação do casamento por ele me enganar todo esse tempo. Ele sabia que eu era totalmente despreparada por sexo, sabia que minhas frustações eram por causa do pequeno membro que ele tinha, e mesmo assim não falou nada.

Precisava saber se um pinto grande, ou até de tamanho normal me satisfaria na cama, pois qualquer pinto seria maior e melhor do que do meu marido, então precisava experimentar outro pinto, pra saber o que sentiria, mas pra isso iria trair meu marido, e aquilo era contra os meus princípios.

Alguns dias se passaram, e casa vez que ele gozava e eu não, meus nervos estavam à flor da pele, precisava sentir o que era ser uma mulher de verdade, foi então que procurando em sites de acompanhantes, contratei um gato de apenas 22 anos chamado Felipe.

Primeiro liguei pra ele, conversei que eu queria fazer, e ele confirmou que faria sem problemas. Ouvi dizer que muitos acompanhantes são gays, que fazem programas com homens, e queria garantir que teria um cavalo na cama, e não um viadinho.

Masquei no flat dele, no período da tarde, pedi dispensa do serviço e fui ao encontro do meu outro macho, que acreditava que me faria um a mulher completa. Estava mais nervosa que na minha lua de mel, e também por estar traindo meu marido, mas coloquei que cabeça que era somente uma experiência, um teste pra saber se o problema era meu, e subi para o quarto.

Quando Felipe abriu a porta, estava com o coração saindo pela boca. Pensei em desistir, mas um outro lado meu queria muito que eu entrasse la e me entregasse para aquele gato, que nas fotos, tinha um pinto quase 3 vezes maior que a do meu marido.

Felipe foi muito gentil, conversamos por alguns minutos e ele já partiu pra cima de mim, querendo me beijar, mas eu estava tão alucinada, que não queria as preliminares, queria que ele tirasse logo a minha roupa e me fudesse como uma vadia na cama dele, então comecei a tirar a roupa dele e pela demora dele, comecei a tirar a minha também.

Quando ele tirou a cueca e eu vi aquele monstro entre as pernas dele, me assustei e ao mesmo tempo me excitei, pois acreditava que aquela rola entrando dentro de mim me encheria o espaço que meu marido nunca completou.

Deitei na cama, abri as pernas e pedi pra ele me fuder loucamente, e ele, obedecendo, fez exatamente o que eu estava pedindo: me penetrou violentamente.

Quando senti aquela rola, rasgando minha buceta, senti uma dor enorme, soltei um urro longo, grudei minhas unhas nas costas dele, e pedi para ele meter mais, e mais, e mais. Segundos depois, aquela dor inicial se transformou num prazer incontrolável, um calor enorme me consumia, comecei a ter múltiplos orgasmos, os dedos das minhas mãos formigavam, minhas pernas tinham espasmos involuntarios, e eu gemia feito uma vagabunda, até que ele encheu o meu útero com jatos e jatos de porra.

Fiquei meio atordoada por alguns minutos, me sentia estranha mas ao mesmo tempo, feliz por saber que o problema não era meu, e sim do idiota do meu marido, que me enganou por anos.

Nos meses seguintes, gastei minhas economias com acompanhantes, metia loucamente com todos eles. Meu casamento não durou muito tempo e acabei me separando. Hoje sou uma garota de programa, uma puta, e das melhores, pois meus clientes sempre me elogiam pelo que eu faço com eles, mas se algum deles, vier com pinto pequeno, peço desculpas e encaminho eles para outras meninas.

Pinto pequeno? chega o do meu ex.

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