Dominado pela delegada metidinha

Eu estava amarrado ao poste, totalmente nu. A viatura de polícia encostou próxima de onde eu estava, dando uns toquinhos desnecessários de sirene, e dois policiais vieram em minha direção. No mesmo instante, o dono da casa em frente, que tinha relatado a ocorrência, veio pra fora, e pude notar que sua mulher ficou na janela. O homem cumprimentou os policiais e começou a contar o que tinha acontecido, a briga das meninas e que tinha me visto assim ali. Alguns moradores de casas vizinhas, que perceberam o barulho, vieram ver, e se aproximavam cada vez mais.

Quando os policiais finalmente vieram falar comigo, pedi pra que eles me cobrissem, mas disseram que não tinham nada pra usar. O dono da casa nem se mexeu. Nesse momento, os outros moradores já estavam a minha volta, só observando meu pau e cochichando baixinho entre eles. O policial que parecia ser o líder dos dois começou:

-Quê que aconteceu aqui, rapaz?

-Fui pego por umas doidas e elas tiraram minhas roupas e me amarraram. Foi isso. Sou inocente nessa história. – inventei.

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Os caras se entreolharam, e o líder se postou na minha frente:

-O senhor ali testemunha que elas estavam brigando por você, confere?

-Sei lá, elas eram loucas. Fizeram a maior confusão entre elas, e foi quando esse senhor apareceu. Eu tentei pedir ajuda…

-Elas só te deixaram nu e não fizeram nada? – o cara me interrompeu, e perguntou com ironia.

-Só me amarraram. Agora dá pra me tirar daqui, por favor? – tentei demonstrar inocência.

-Ilumina aqui, Ferreira…

O líder pediu pro outro, apontando pro meu pau. A rua era mal iluminada, então dava pra ver mais a silhueta do que meu pênis, propriamente. Quando a luz da lanterna foi jogada sobre ele, ouvi uns “oh” baixinhos dos moradores, constatando a minha superioridade. O líder analisou bem meu membro, e constatou:

-Tá todo arranhado e melado… Aponta aqui, Ferreira…

O cara direcionou a luz pro chão, e constatou o líquido do gozo próximo aos meus pés. Tentar falar alguma coisa só pioraria. Ele continuou, me encarando:

-Você gozou aqui, rapaz.

-Foi sem querer. Elas se aproveitaram de mim. – na mesma hora que falei isso, me arrependi.

-Se aproveitaram de um homem como você? Conta outra. – o líder virou pro senhor. – O senhor vai querer prestar queixa?

O homem me olhou, e depois se voltou pro policial, dizendo que não. Senti um alívio, mesmo com aqueles olhares secando meu pau. Mas o líder tirou minhas esperanças de voltar logo pra casa:

-Você vem com a gente. Tá preso por ato obsceno e ato libidinoso.

Como eu tinha dito no relato anterior, minha noite só tava começando…

. . . . .

Na delegacia, entrei seguro pelos braços. Não tinha ninguém pelos corredores, o que me deixou um pouco mais tranquilo em relação a minha nudez. Na sala de espera, disseram que eu ia aguardar um pouco pra ser chamado. Antes de sentar, o líder pediu pra eu fechar as pernas. Quando me colocou na cadeira, fiquei com o pau pra cima, acomodado pelo saco, e pôs minhas mãos pra trás, me acorrentando em ganchos fixados na parede. Se o objetivo daquilo era me humilhar, ele tinha falhado, mas eu só fui me tocar depois.

Passou um bom tempo que eles tinham me deixado ali e desaparecido numa das portas de um corredor a minha direita. Eu tava do lado de um bebedouro, com sede, mas não tinha como pegar água. Foi então que uma faxineira, bonitinha até, entrou na sala, e tomou um baita susto ao me ver lá, daquela forma. Me olhava de rabo de olho enquanto tentava se concentrar no seu serviço, mas tava difícil, tadinha. Quando ela tava próxima a mim, tomei coragem e pedi se ela podia me dar um copo d´água. Parecia que ela tinha tomado um choque, mas se recuperou e, sem me olhar, foi direto pro bebedouro. Ficou ao meu lado, toda atrapalhada pra levar o copo na minha boca. Deixei os primeiros goles derramarem, e a água gelada caiu direto no meu pau. Aquilo o reativou, e instantaneamente ele ficou ereto, praticamente num ângulo de noventa graus. Aí já foi demais pra moça, e ela saiu correndo, deixando o copo cair no chão. E o pior é que ela mal fechou a porta de um lado e os policiais retornaram do outro. Fiquei constrangido, mas ao mesmo tempo senti que os intimidei. Eles não falaram nada. Me algemaram de novo, com os braços pra trás, e me levaram pra sala do delegado. Pelo menos era o que eu esperava…

Quando abriram a porta, constatei que era… uma delegada. Dessas de cair o queixo. Loirinha, toda arrumadinha, de vestido preto longo e jaqueta pequena de couro, na casa dos trinta anos. Mesmo com todo o orgulho da minha masculinidade a mostra, fiquei muito sem graça quando ela me olhou e nem me deu atenção. Baixou os olhos de novo pros papéis na sua mesa e mandou que eles me deixassem lá e fechassem a porta. Foi o que fizeram. Eu só queria que meu pau baixasse, mas não dava pra controlar essa ação. Ela mandou que eu me aproximasse, e fui direto na cadeira em frente a mesa. Dessa forma eu podia esconder meu membro um pouco. Assim que eu sentei, ela me deu a maior bronca, encarando meus olhos:

-Quem te mandou sentar?

Levantei, constrangido, com meu pau apontado bem na direção dela, e mais uma vez não obtive sua atenção. Só que aquela atitude, em vez de me broxar, me fez ficar com mais tesão. Ela era a delegada, podia me ferrar legal, mas era gostosa pra cacete. E decidi me esforçar pra manter meu pau ereto. O tempo passava, mas nada dela olhar. Anotava algumas coisas, lia outras, e fingia que eu não existia. Tava cansativo ficar naquela posição, mas eu não desistiria.

-Preciso fazer xixi. – falei de uma forma bem rude.

Então ela me olhou, e finalmente baixou os olhos pro meu pau.

-Não precisa, não. – ela disse com calma, pegando sua arma e encostando na glande do meu pau. – Você tem dez segundos pra deixar ele mansinho.

O que ela ia fazer? Atirar?

-Nove… oito… sete…

Aquela voz de veludo, e aquele negócio bem pressionado na cabeça do meu pau me deixaram excitado pra caralho. E ela começou a fazer movimentos circulares com a arma, me fazendo pirar.

-Seis… cinco… quatro…

Ela puxou o cão do revólver. Meu pau tava mais ereto do que antes.

-Três… dois… um…

A louca puxou o gatilho mesmo, mas só ficou no estalinho. Eu tava com a pulsação a mil. Então ela afastou o revólver, devagar, e deu pra ver um fiozinho fino do líquido viscoso entre a glande e o cano da arma. Ela me olhou e lambeu os lábios. Filha da puta, que tesão. Deixou a arma na mesma posição, e destravou o tambor. Só numa posição que não tinha bala…

-Você é louca…

A frase saiu espontânea, sem querer. Com uma mão, ela fechou o tambor do revólver, e com a outra puxou meu pau pra frente, levantando-o, quase me fazendo cair sobre a mesa. Minhas bolas ficaram certinhas sobre o tampo, e ela começou a dar coronhadas nelas, cada vez com mais força. Era uma dor infernal, mas eu tentava me manter calado, pensando que talvez ela me quisesse assim, submisso. Em seguida, empurrou meu pau com força pra trás, batendo-o contra minha barriga e me fazendo cair de costas na cadeira. Minhas bolas latejavam mais do que meu pau após os três boquetes e meio daquela noite.

-Ainda tá se sentindo valente?

A gostosa da delegada perguntou, tirando a jaqueta e subindo o vestido acima da calcinha de renda branca, ajeitando-o de modo a deixá-la exposta, provocativa. Olhei pro meu pau, que se mantinha ereto, firme, e a encarei com um sorrisinho malandro. Ela se aproximou e virou minha cadeira pro seu lado, depois foi pra trás e colocou as mãos na cintura. Do nada, chutou meu pau com seu sapato de bico fino. Caaaaraaaalhooooooo! Que puta dor! Aquilo foi mais forte que as porradas nas minhas bolas. Achei que ela tinha quebrado meu pênis. Me dobrei pra frente na cadeira, ficando sentado na ponta, porque meu saco ainda doía, e eu queria evitar que ela voltasse a me bater.

-Vai baixar esse pau ou quer mais porrada?

Pode parecer mentira, mas eu tava gozando. Me encostei na cadeira, deixando que ela visse meu pau em contrações despejando a porra no chão. A gostosinha não esperava por essa.

-Você é petulante, garoto… – me disse, com um sorriso sacana no rosto.

Então foi até a bolsa e pegou uma caixa de lencinhos de papel. Jogou próximo a porra e me mandou limpar. Com toda a dificuldade, com as mãos algemadas pra trás, fiz o que ela mandou. Quando acabei, joguei os papéis no lixo e voltei a ficar na frente dela. Nessa hora meu pau já tinha voltado ao normal, e ela me encarou, convencida.

-Ficou ou não ficou mansinho?

Eu até podia tentar erguer ele de novo, só imaginando como seriam aqueles seios médios, redondinhos, que se escondiam debaixo do seu vestido, e que sem a jaqueta dava pra notar perfeitamente, mas a dora nas minhas bolas e no meu pau era tanta que me aquietei, submisso. Ela voltou os olhos pros seus papéis.

-Eu podia até perguntar quem eram aquelas putinhas com você, mas claro que o machinho não vai dizer, né!?

Fiquei na minha. Eu não ia ser filho da puta de dedar as meninas que tinha acabado de conhecer. Não tanto pela Mayra, que não valia a pena, mas pelo presente que as outras me deram. E ainda tinha a Rafa, linda, que me deu tanto prazer…

-Como eu imaginava… – ela me encarou – É o seguinte, rapaz. Você é novo, tá com os hormônios a mil, as meninas facilitaram as coisas. Entendo o teu lado. E como ninguém quis abrir ocorrência contra você, vou dar um refresco. Você não deve nada a justiça.

Ela se levantou e tirou minhas algemas. Depois dessa preleção, voltei a me sentir constrangido, mas fiquei estático, sem saber como proceder. A delegada notou.

-Trata de controlar esse pau, porque ele ainda pode te trazer muitos problemas…

Pus as mãos na frente dele na hora, e nem consegui mais olhar pra cara da gostosinha. Ela abriu a porta e chamou um dos guardas.

-Deixa ele usar o telefone, pra alguém vir buscá-lo.

Depois da farra, chegava a hora de eu me explicar. Mas e se eu chamasse a minha irmã mais velha? Na verdade, minha quase irmã, porque ela é filha do meu padrasto, e ela sempre teve uma quedinha por mim. É, a noite podia terminar melhor.

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