Eu, minha esposa e minha amiga

Estamos na faixa dos 40 anos, casados há 15, com filhos. Minha esposa tem 1,60m, pele branca, seios fartos, bunda de causar inveja em muitas meninas novas, cintura acentuada, olhos claros, cabelos castanhos. Há mais de 5 anos começamos a apimentar nossa relação com a ideia de introduzir outra pessoa no relacionamento. Ideia difícil de vencer devido ao preconceito social e à criação cristã, contudo decidimos colocar em prática desde que mantivéssemos a discrição e a segurança. Como trabalhamos em empresas diferentes, há bastante tempo, decidimos confessar um ao outro os possíveis candidatos dos respectivos locais de trabalho, dando preferência aos casados estáveis, que transparecessem uma vida tranquila, que falassem pouco dos assuntos particulares e fossem bons na profissão, porque, supostamente, teriam tanto a perder quanto nós, caso houvesse alguma divulgação. Após selecionarmos os possíveis candidatos a ideia seria conseguir estreitar a relação com o consentimento de transas para prosseguir com o objetivo de escolher uma pessoa ou um casal para a cama. É claro que minha intenção como marido era trazer uma mulher, mas tive que ceder e deixar o leque aberto para que minha esposa aceitasse. Feitas as devidas análises e tentativas de aproximação, levamos uns 2 anos para chegar a um homem por parte da minha esposa e uma mulher da minha parte. WhatsApp facilita tudo e nossas conversas se intensificaram como se fosse apenas um caso extraconjugal sem participar aos candidatos o nosso plano. Minha esposa foi a primeira a finalizar sua transa de aproximação (o que daria um outro conto de tão bom que foi pelo relato dela). Eu iniciei minhas aventuras com minha amiga, que, com o tempo, se interessou pela ideia e confessou que tinha curiosidade de sair com outra mulher, falei que poderia tentar convencer minha esposa. Minha amiga se interessou muito pela ideia; então fui trabalhando os dois lados, que às vezes queriam e às vezes desistiam. Tentei convencer minha amiga da participação do esposo, ela disse que seria impossível porque ele não aceitava nem conversar sobre a possibilidade de uma troca de casal. Decidimos deixá-lo de fora, ficamos nas relações a dois por quase 3 anos, sempre apimentando o assunto, mas quando era pra finalizar uma das duas desistia. Até que nesse ano surgiu uma oportunidade ímpar, uma viagem a serviço que eu iria junto com alguns colegas, inclusive minha amante. Como eram 8 pessoas, dividimos em 2 grupos de 4 pessoas e alugamos 2 apartamentos; no que ficamos havia apenas um quarto com cama de casal onde deixamos minha amiga por ser mulher, ficamos em dois colegas na sala e um outro no quarto de solteiro. Combinei com os colegas que minha esposa viria passar um final de semana comigo, eles não se opuseram. Minha esposa chegou, minha amiga saiu do quarto de casal deixando para nós e ficou no de solteiro, e os 2 colegas ficaram na sala provisoriamente. Daí começou o jogo: falei pra minha amiga que era a oportunidade quando os 2 colegas saíssem pras farras noturnas, ela entrar no nosso quarto que estaria com a porta só encostada e partir para sua fantasia, que no momento certo eu daria uma sinal. Deixei minha esposa só com uma camisolinha preta que ela tem, que a deixa deliciosa e fica totalmente aberta na frente, tomamos umas duas bebidas para quebrar o gelo, mesmo assim minha esposa pediu pra gente não seguir, ela tremia muito de nervosismo, minha amiga também se sentiu insegura e numa conversa rápida na cozinha disse que era melhor deixar pra lá, mas eu falei: a oportunidade é hoje ou nunca, já arrastamos demais o assunto! Entrei no quarto, conversei com minha esposa ela querendo desistir da ideia. Eu nem quis saber e parti pra cima sentindo que ela estava com a xota encharcada, caí de boca para não dar tempo de ela pensar, sugando todo aquele mel, a xotinha estava quase toda depilada, apenas com um triagulozinho de pelo bem aparado daquele que raspa na barba da gente, uma delícia. Fiquei apreensivo esperando a porta se abrir a qualquer momento com a entrada da minha amiga, uma morena de boca linda, decidida, 1,70m, magra, seios lindos, olhar e gestos firmes, xotinha depilada total, eu chupando minha esposa e aguardando, parecia uma eternidade, mas não poderia parar porque temi que ela desistisse. Até que escuto o trinco se movendo e a porta abrindo de uma vez, e minha amiga decidida como sempre passa a mão, naquela cena de penumbra, para inteirar-se da situação, minha mulher tenta escapulir da minha pegada entrelaçada na sua cintura enquanto chupava, mas eu segurei firme e continuei chupando. Minha amiga percebe a situação e chega com a boca me ajudando, aí vou percebendo minha mulher relaxando a musculatura e se entregando à nossa chupada, se contorcendo, gemendo e soltando um som quase inaudível “seus safados”, gozando feito uma louca, nas nossas bocas, com movimentos de quadris descompassados, ofegante, gemendo tão forte que tive que contê-la com a mão na sua boca. Saí dessa posição, deixando nossa amiga chupando minha esposa que estava deitada de frente e fui verificar aquela traseira arrebitada da minha amante, que estava no ponto para ser penetrada, encostei a cabeça do pau rígido naquela entrada de vênus e empurrei como se fosse a última estocada da minha vida e tive uma das visões mais bonitas, minha esposinha se contorcendo com a chupada e minha amante que gemia desesperada com cada estocada firme que dava, até sentir aquele calor característico com as contrações da sua buceta através do seu gozo no meu pau. Segurei a gozada para aproveitar aquele momento e aproveitei o tesão das duas e tirei o pau da xota da minha amante e coloquei minha mulher pra chupar quebrando todas as travas que poderiam existir e falei para minhas mulheres: façam valer a pena! Elas entenderam a mensagem e minha esposa cochichou alguma coisa no ouvido da minha amante e deram uma risadinha e vieram com as bocas na minha rola parecendo que estavam tocando gaita dos dois lados, escorregando aquelas bocas quentes que às vezes se beijavam na ponta do meu cacete me proporcionando uma prazer indescritível, com se não bastasse tanto tesão elas ainda começaram um 69 no qual minha esposa ficou por baixo, deixando novamente o rabo da minha amante pra cima, não perdi tempo e penetrei a xota dela com força sentindo a língua da minha esposa escorregar vez em quando no meu pau enquanto ela chupava minha amante, arrancando um gozo intenso que a fez urrar de tesão; minha esposa logo falou que queria gozar assim também e inverteram as posições, eu de pronto, aproveitando o pau todo melado da xota que gozou e a lubrificação excessiva da minha esposa, estoquei firme a xotinha macia da minha mulher enquanto ela se contorcia sexo gay e gemia com a abocanhada feroz de sua buceta deliciosa, fazendo ela se contorcer toda e gozar como uma fêmea no cio, pulsando a buceta numa forma de pompoarismo que nem ela sabia que fazia, arrancando assim minha gozada intensa naquela buceta que parecia desconhecida de tanto tesão. Deitei ao lado delas naquela pausa masculina de forma ofegante, mas elas não se contentando começaram a se pegar, se beijar e eu escutei minha esposa falando de forma dengosa: “deixa eu ver você gozar no pau do meu marido deixa?”, aquilo deixou meu pau rígido novamente não dando tempo pra nada, quando percebi, minha amiga já estava cavalgando meu pau comigo deitado de barriga pra cima e minha esposa falando “fode suas vadias, fode gostoso, quero ver meu marido gozando outra gostosa, goza gostoso, faz ela gozar no seu pau, não tinha ideia que seria tão delicioso!” – isso tudo acompanhado de chupadas no bico do peito com leves mordidas e beijos vorazes na boca, desencadeando um tesão jamais sentido e fazendo minha segunda puta gozar feito louca no meu pau, dando uma tremedeira no seu quadril com minha esposa mordiscando seus seios e apertando seu quadril para baixo de encontro à minha rola não havendo como eu me conter com tantas sensações e liberar meu jato forte naquela xota quente que eu já não tinha certeza de quem era, me deixando desfalecido com a sensação do pau diminuindo naquela xota quente de uma mulher caída sobre mim, sentindo aquela escorregadinha do pau até sair totalmente, sendo finalizado com aquela boca úmida e quente da minha esposa sugando todo o caldo que envolvia meu pau, que já não reagia naquele momento, escutando os estalos dos beijos na minha pica e a frase sussurrada e carinhosa “porrinha doce amor!”. Relaxamos um pouco, nos recompomos e fomos para sala assistir televisão sem comentar mais o assunto, finalizando só eu e minha esposa mais tarde, já que os colegas poderiam chegar a qualquer momento e o assunto é segredo conforme o acordado, além de os colegas não serem discretos nas suas relações. Embora, minha esposa transe vez em quando com o colega, ainda não evoluiu para um ménage, mas se ocorrer quem sabe será um novo conto!

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