A madura fogosa da rede social

Aos 45 anos, termino um casamento de 20 anos, agora é olhar em frente, a vida continua o que fica para trás, são recordações.

Mudo-me para um bairro residencial, o aluguer é mais em conta e não muito longe do trabalho.

Nunca fui homem de cafés, e mesmo livre, continuo a mesma rotina, trabalho casa.

Nova relação está fora do horizonte, e a falta de sexo leva-me a procurar o serviço de profissionais.

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É no trabalho, que começo a ouvir de encontros através das redes sociais, relatos que a princípio não levo a sério, mas quando me mostram mensagens de mulheres casadas, com uma linguagem do mais sórdido e escabroso, fotos ode se exibem, começo a ficar interessado e isso leva-me a comprar um iphone em condições.

Não vou estar com grandes pormenores, até que muitos de vós conhecem bem o assunto, só quero compartilhar algumas relações, que nunca pensei ser possível.

A primeira, casada, com 50 anos, e 30 de casamento, mando-lhe uma mensagem soft, sem atrevimento e responde curiosa e receptiva.

Após a troca de várias mensagens, lanço a rede e sinto-a vir na minha direcção, queixa-se do marido, e quer novas sensações.

As primeiras fotos que manda, deixam-me boquiaberto, umas selfs meio corpo, bundona, e uma rata bem apetrechada de pelo.

Já sem pudor na linguagem, pergunto-lhe quando é que damos uma cambalhota.

Aceita e mostra bem como é safada ao dizer-me que quer uma cambalhota completa.

Peço para ver-lhe a cara e recusa, fotos da cara estão fora de questão, compreendo mas deixa-me desconfiado.

Bom, mas nada como arriscar e marco encontro com ela, numa bomba de gasolina, próximo dum motel, daqueles que só servem para encontros.

No dia marcado lá vou, um pouco enervado, não vá esta merda dar para o torto, mas tudo corre como o planeado, após ter estacionado no parque aguardo e não demora 10 minutos quando ela aparece.

Não é nada má, tem aparência de ser um pouco mais nova, mas está bem fisicamente, com tudo no sitio, entra e arranco para o motel.

Uma maravilha, nada de protocolos de registo, a entrada para o quarto faz-se a partir do estacionamento.

Não temos grandes preliminares, sabemos ao que vimos e quando se despe, reconheço o corpo das fotos que recebi.

Na cama, mostra o que vale, faz-me uma mamada inesquecível, engole a vara até ao fim, um trabalho de língua de fazer encaracolar as unhas, esporro-mo na boca e engole tudo.

Descanso um pouco, e começo a brincar com as tetas, grandes mas ainda durinhas, aproveito para conversar um pouco.

Relata-me a vidinha toda, gosta de sexo e tem vivido oprimida com o sexo rotineiro de perna aberta.

Gosta de foder por cima e eu deixo, cavalga como uma doida e grita quando atinge o orgasmo, viro-a e como-a por trás, soco fundo e rápido, meto um dedo no anel do cuzinho e rodo-o, permite sem queixume e rebolas as nádegas, venho-me outra vez dentro dela.

Novo intervalo, aproveitamos para beber uma bebida e descansar, ainda não estou refeito e já está pronta para outra, começa a acariciar-me a verga.

Quero mais. Diz-me enquanto manipula a verga.

Mais uma foda, vai deixar-me de rastos e eu quero meter-lho no cu.

Lanço a escada, com o tema da nossa conversa.

Bom.. temos de dar uma cambalhota completa.

Ela ri-se. Queres comer-me o cu ?

É a primeira vez que uma mulher me é tão directa, a minha verga entesa quase de imediato, ela nota e a rir diz-me: Queres mesmo foder-me o cuzinho.

Antes que eu responda, coloca-se de quatro, fico doido de tesão, coloco-me por trás dela, abro-lhe as nádegas, tem um cu bem desenhado por um anel castanho, meto-lhe um dedo e rodo-o lentamente, ela geme e empina o cu, coloca a cabeça no colchão, as mão em frente da cabeça.

Não aguento, salivo o caralho, coloco-o na entrada e meto-o com uma estocada.

Solta um grito de dor que ecoa no quarto… Ai..espera…espera..

Não espero nada, digo-lhe eu.

Agora vais levar com ele.

Começo a socar e meto todo dentro dela.

Tá todo… digo-lhe ..todo dentro do teu cuzinho.

Já não grita, agora geme e quase me monto nela, enrabo-a com prazer, só páro quando me esporro de novo dentro dela.

Deixa-se cair e eu acompanho-a com o talo bem metido.

Hummmm… geme ela.. tenho o cu todo fodido…

Beijo-lhe o pescoço e dou-lhe uma dentadinha numa orelha.

Deixa lá que o corno não gosta de corno.

Esmaga pelo meu peso, solta um riso abafado, safado, não chames corno ao meu maridinho.

Bom o resto, foi o normal no fim despedimo-nos, com a promessa de voltar a repetir. Não aconteceu. Parti para outra

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