Relato delicioso da minha primeira vez

Esteban Bergallo Narváez. Mexicano de somente 17 anos de idade na data do acontecido, nos dias de hoje com 22. 1,84 cm, listado, branco com olhos e cabelos escuros, boca carnuda, caliente, amoroso, abrupto ao inclusive tempo e constantemente na indicador pela certa. Eu apenas sou tarada com homens brutos, que me peguem de modo, me deixe macio, completamente absorto aos seus desejos, fantasias e vontades. Não possui como negar nada a um muchacho dessa maneira. O Esteban era esse cara, o padrão de homem ideal para mim. Por sorte, ele estudava na mesma agremiação do meu adepto e eles tornaram bons colegas, o que facilitou as minhas investidas. Constantemente, ia a nossa casa (eba!)

Eu, na data com 18 anos, cabaço, porém nem sequer por causa disso pouco safada, comecei a entrosar, entretendo-o com decotes generosos que valorizavam os meus seios e minissaias que castidade parte, destacavam como de modo algum minhas coxas. Conversávamos sobre tudo. Ele me auxiliava com os coisa de Matemática. Ele era excelente nesta assunto, ensinava bem, porém 2 causas não me deixavam adestrar-se: primeiro, esta é uma assunto exaustiva, que necessita de aplicação (ser paciente de modo algum foi um adjetivo atinente a mim), além de ser surpreendentemente entediante; de acordo com, qual mulher, em sã alma, focaria nesta assunto que o essencial propósito é enlouquecer as indivíduos, tendo como catedrático um deus grego daqueles!
Cansada de tanto estudar e não ter retorno nas provas, o convidei para deitar em minha cama e fui prontamente atendida. Me aconcheguei a ele e o beijei. Ele correspondeu e sabia bem o que aparecia fazendo. Logo começou a abrasar e tirarmos a roupa. Subiu em cima de mim, mordeu minha boca, chupou o meu pescoço e desceu para os seios, lambendo, mordiscando os biquinhos, apertando, deixando-os vermelhos. Eu aparecia delirando de agradar, cruzei minhas pernas em volta da sua cerca, “abraçando-o” (é uma adoração minha, adoro realizar isto com os homens), de olhos fechados, gemendo e arranhando suas costas. Eu aparecia pela certa de que perderia a virgindade naquele hora, com o homem que eu queria e desejava, até ser interrompida com a aparecimento do meu adepto que constantemente apresenta-se nas horas inapropriadas! Em seguida deste acontecimento, começamos a ficar. Como a correlação era gostosa e a química inegável, começamos a afeiçoar-se. Até que afinal, após acreditar ansiosa pelo Alvoroço, inicia-se o mês de Fevereiro, e sou convidada pelo Esteban a mudar o brecha em Diamantina-MG. Como eu disse antecedentemente, não possui como negar nada a um homem dessa maneira. De táxi, partimos agulha a esta município. Diamantina é uma município turística que em estação de Alvoroço é bem movimentada com turistas mineiros, paulistas, cariocas e afins, para abronzar e adiantar para refrescar-se nas tradicionais cachoeiras. Com nós não foi distinto. Logo no como dia de afago, fomos à Cachoeira das Fadas, acho que pelo feito de possuir uma atalho curta porém complicado localização, não recebe vários visitantes, inclusive em altas temporadas. Cercada de plantas, com uma queda d’água de mais ou menos 20 cm, é apenas abundante. Nos demos conta de que esse acontecimento seria perfeito para darmos continuação ao que começamos no meu quarto. Como a água é fria, nos abraçamos para nos abrasar (e de fato o abraçamento surtiu um bom resultado), iniciamos com um adorável adamado e as mãos explorando cada parte do nosso corpo. Os toques e o adorável aumentavam de forma de modo direto adequado ao clima entre nós. Aproveitamos que havia poucas indivíduos por lá e resolvemos intensificar as carícias. Ele me levou a um lugar mais aberto para termos intimidade e aí efetivamente, continuamos a sacanagem. Agarrou o meu cabelo entre os dedos e me puxou para próximo do seu corpo, me deixando sentir o seu pau completamente difícil em minha virilha e ficou sarrando, enquanto eu sentia, mudando a frequência da respiração e cada vez mais me deixando molhada. Desatou o meu biquíni e, não sei se fora articulado ou por pura acaso inclusive, ele havia levado uma toalha de convescote na sua bissaco, que estendeu sob o chão e me deitou, eu aparecia pronta para o que “der e vier” ao longo aquela tarde. Ajoelhou-se sobre mim e me beijou com muita intensidade e volúpia, nossas línguas entrelaçando em acento de agonia e atração física; morde minha boca, e desce em direção aos seios, mordendo-os, beliscando, sugando, me fazendo sentir dor e atração ao inclusive tempo (sou um tanto masoquista ao longo o coito, estilo que me proporcionem dor) e continuou dessa maneira, apertando, eu já aparecia completamente molhada e arrepiada. Concluindo isto, ele desce em direção à minha buceta, lambendo e chupando minha abdômen e morde minha virilha. Como efeito, soltei um gritinho de absoluto atração, o que o impulsionou e entusiasmou a afetar cada vez mais. Colocou as minhas pernas em seus ombros para que eu ficasse mais arreganhada para ele. Começou enfiando a dialeto agudamente em minha buceta, enterrando a cabeça entre minhas pernas e chupando com muita desejo. Segurei sua cabeça para que pudesse sentir sua dialeto cada vez mais dentro de mim, gemendo, o que aparecia aproximadamente provocando o meu primeiro clímax de vários que ele viria a me oferecer. Não suportando dimensão atração, alegria na sua boca. Intensivo e abismo, ele engoliu tudo, me beijou, espalmou a minha coxa com vigor, deixando-a vermelha e ardida. Me ajoelhei para agradecer. Comecei lentamente, sugando a cabeça do seu pau (eu não era de tudo aprendiz, já tinha realizado oral uma vez antes), o provocando. Não demorou bastante essa minha estratégia, ele empurrou a minha cabeça em oposição a o seu afiliado grande e surpreendentemente abundante (admitido que fiquei um tanto apavorada com a imagem daquele pau monstruoso, me rasgando e dentro da minha buceta), porém logo o abominação passou, dando lugar ao atração e aplicação, para proporcioná-lo uma magistral sugada. Fodia minha boca, me fazendo engasgar e ficar toda babada. Olhava-o com cara de safada, observando suas reações e intensificando a chupada de acordo com sua respiração, até achincalhar em minha boca. Oito jatos de porra quente, totalmente para mim. Ele abalroa em meu anverso e me bota deitada de frente para ele e diz em meu ouvido com aquele sotaque bom “Voy a ser adamado al principio” (não sei se isto me ajudou a descansar ou me tirou ficar tensa no momento em que disse “inicialmente”) porém deixei acontecer! Entre as minhas pernas, pincela o pau em minha buceta, lubrificando-o e inicia a desbaratar a chegada, lentamente. No momento em que toda a cabeça está dentro de mim, ele para e me coloca aclimar, me beija carinhosamente, enquanto isto, empurra de uma apenas vez, em uma única bote, o pau para dentro de mim (ele levou a grave no momento em que disse que seria afetuoso apenas no início, rs)! Senti um tanto de dor, porém nada mirabolante e abominoso. Mordi o seu alteamento, cravei as unhas em suas costas e ele abafa o meu gritinho com um adorável. Logo comecei a rebolar. Ele, conhecendo o meu advertência, começou a bombar, inicialmente, em uma intensidade mais light. Me põe de quatro e agora altera para o nível hard. Me finalmente o cabelo, grudando o meu corpo ao seu, aperta os meus seios, dando um anteolhos forte em cada lado da minha assento. De novo me introduziu, bombando em periodicidade frenético, potência adágio. Eu gemia como uma cadelinha (foi ele quem despertou a minha puta interior) o aparelhagem do nosso corpo ecoando. Me contraí, gemia cada vez maior e gozei enlouquecidamente, tendo orgasmos múltiplos por ele! Continuamos ao longo um tempo dessa maneira, metendo, nos sentindo, curtindo aquele hora que para mim se enquadra no “ padrão memorável”. Tirava todo o seu pau para fora e enfiava até o cana de novo, ativo, até achincalhar e cair deitado sobre mim, sentindo o calor dos nossos corpos, extasiados…nos vestimos e voltamos à cachoeira para obter o único e irmos ainda que! Constantemente repetimos a dose ao longo o nosso amor porém, ele voltou ao México e mantivemos um relacionamento à distância e acabamos terminando após um tempo, o que não ou seja que não nos encontramos mais. Constantemente, ao longo o Alvoroço, vou ao México ou ele vem até o Brasil para quantidade recordarmos os velhos tempos. Ah, ele tirou a virgindade do meu cuzinho atrás da Catedral Duomo (essencial ponto turístico da município de Milão) na Itália, juntamente com o seu colega, me favorecendo minha primeira DP!

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