Tirando virgindade dela na empresa

Olá! Meu nome é Leandro (Nome fictício) Vou contar uma historia que aconteceu na empresa onde trabalho.
Trabalho no período da noite na empresa, la conheci Carol (Nome também fictício) começamos como amigos mas ganhamos afinidade realmente muito rápido devido a nossa compatibilidade, no começo era pura e simples amizade mas conforme o tempo foi passando eu comecei a reparar no corpo da Carol, ela tem pele branca, cabelos lisos castanhos que vão quase até a bunda, tem 1,55 e é do tipo magrinha gostosa, com tudo no lugar e na medida certa, a partir do momento em que reparei nela não consegui mais parar de pensar naquele corpinho.
Começamos a ficar e as coisas foram evoluindo bem rápido, o terceiro andar na maioria das vezes é desocupado, como trabalhos durante a noite eles desligam as luzes do terceiro andar e então o local fica quase que totalmente no escuro, com uma especie de varanda com vidro que da uma boa vista da cidade, sempre gostamos de ir em nossas pausas até la e darmos uns pegas, eu costumo apoiar ela em uma especie de bancada que tem próximo a janela, ela na maioria das vezes me deixa levantar sua camisa e chupar seus pequenos mas deliciosos seios, e eu adoro, vez ou outra alguém passa pelo corredor, mas como está escuro e ficamos em uma área um pouco mais afastada ninguém nunca nos vê, mas sempre ficamos atentos a barulhos, a cada noite nós vamos um pouco mais alem, até o momento em que ela me deixa passar a mão em sua buceta embora não me deixe dedar pois é virgem, sempre levanto ela até a bancada, a encosto na parede e fico chupando suas tetas enquanto acaricio seu clítoris, apesar de virgem ela é extremamente safada pois mal começo a brincar com seu grelo e a bucetinha dela já fica encharcada.
Nunca tive tempo de faze-la gozar pois nossas pausas eram realmente muito curtas, apesar de ficar meio frustrado por isso ainda sim adorava dar prazer para ela, então em uma noite de sábado que é quando tem menos movimento ainda na empresa na hora de ir embora eu a chamo para ir ao terceiro andar novamente, e desta vez eu estou decidido a terminar o que comecei, eu a coloco encostada em cima da bancada como sempre, e a safada já senta com as pernas abertas para que meu trabalho fique mais fácil, nós beijamos por um longo tempo pois sabemos que agora teremos tempo de sobra e não precisamos ter pressa, arranco sua blusa e sua camisa, logo em seguida abro seu sutiã, já os vi milhares de vezes mas nunca me canso de ver aquelas tetinhas redondas, ela estava de calça jeans e cinto, primeiramente apenas abro os botoes e o zíper para abaixar um pouco a calcinha, deste forma não consigo ver a buceta inteira por causa que a calça ainda estava presa ao sinto e normalmente ela só me deixa ir até ai, mas comecei a chupar suas tetas como nunca enquanto brincava com aquele grelinho vermelho dela, e sabia que estava agradando pois ela tinha lambuzado totalmente a minha mão enquanto passava ela perto da entrada, senti que ela estava um pouco mais animadinha que o normal então tentei fazer algo que sempre estive louco pra fazer com ela, enquanto chupava seus peitos comecei a descer bem devagar para a barriga e depois fui descendo cada mais bem devagar pra saber sua reação, (pois até aquele momento eu nunca tinha feito oral nela mas meio que sentia que ela estava querendo) e fui descendo cada vez mais até alcançar a testa da vagina e fiquei beijando a área até o momento que ela coloca a mão em minha cabeça como se estivesse me convidando para ir em frente, e então desci para o meu objetivo, aquele grelinho delicioso estava a minha espera, comecei a lambe-lo bem devagar, como ela ainda estava com o cinto prendendo a calça eu precisava abri-lo para que pudesse tirar sua calça completamente, comecei a abrir a fivela do seu sinto mas ela tirou a minha mão de la (pensei, “acho que este é o mais longe que vou, ela vai fechar o zíper e sair”) mas para minha alegria fez exatamente o contrario, ela abre o cinto e desce completamente sua calça, então eu a tiro da bancada e a coloco em pé na minha frente enquanto eu sento encostado na parede e a puxo para perto de mim, mal poderia acreditar que aquilo tava acontecendo, eu estava chupando a buceta da carol, no terceiro andar do prédio de onde eu trabalho, corria o risco de ser pego e demitido por justa causa mas o tesão era maior, e acredito que o dela também pois ela tem se mostrado bem receptiva, aquela bucetinha tava uma delicia, ela sempre foi muito cheirosa e limpinha, aquela bucetinha quase não tinha gosto mas ela estava pingando de tesão e beber aquele liquido da buceta dela tava me deixando louco, ela colocou as duas mãos atras da minha cabeça para fazer pressão, até que ela começou a gemer alto e gozou em pé na minha linguá, foi muito bom ter todo aquele suco de xana lambuzando a minha boca, depois disso eu levantei e disse “Agora é minha vez” ela abaixou e eu permaneci encostado na parede em pé enquanto ela abria meu cinto e abaixava minha calça, quando ela abaixou a cueca e ficou olhando do meu pau duro eu lembrei que ela nunca tinha feito aquilo antes, então dei uma forcinha, colocando a mão dela no meu pau e começando a fazer movimentos de vai e vem, e então eu falei.
– Vai carol, faz essa
– Eu não sei, nunca fiz isso antes
– chupa só um pouco, se não gostar pode parar
– ta mas se for gozar me avisa
e então a vadia começou a mamar, no começo foi meio desajeitado mas ela era uma puta nata pois rapidinho ela pegou o jeito e em nenhum momento tirou a boca da minha rola, parecia até que ja tava gostando, demorou um pouco mas ela tava chupando tipo uma profissional, coloquei a mão atras da cabeça dela pra controlar o ritmo, ela não só chupava mas também lambia e sugava, eu acho que não era tão verdade que um pau nunca andou naquela boca, ou ela aprende realmente muito rápido, em menos de 8 minutos eu já estava quase gozando, foi quando avisei pra ela que ia gozar achando que ela ia sair da frente pra não levar gozada na cara, foi quando ela começou a chupar mais rápido, só pra garantir que ela ouviu avisei mas uma vez pra evitar problemas depois, e enquanto chupando ela olhou pra mim com a maior cara de puta safada que já eu vi na vida, enchi aquela boca linda dela de porra, ela só tirou a boca quando terminou de sair, e com as bochechas cheias fez uma carinha de nojo mas acabou engolindo tudinho, precisava de um tempo até estar preparado de novo então deitei no chão e pedi que ela sentasse na minha cara para eu dar mais uma surra de linguá nela mais uma vez, até o momento que ela gozou, o meu pau já estava pronto pra outra, como ela ainda era virgem ela quis ficar por cima pra poder controlar o ritmo, ela sentou com aquela bucetinha deliciosa na cabeça do meu pau e foi descendo bem devagarinho até alcançar o cabaço, ela ficou indo e descendo em pequenos movimentos, mas não suficiente pra quebrar o hímen, então peguei ela pela cintura e comecei a fazer movimentos maiores, ela fazia aquela carinha de hímen quebrando que eu achava lindo, e cada vai e vem eu conseguia ir mais fundo, ela falou que tava queimando e eu perguntei “Quer parar? e ela falou “Não, pode ir que jaja passa” quando o meu pinto entrou todo naquela buceta, nós ficamos la parados por quase um minuto, depois ela mesma começou a ir pra cima e pra baixo, em movimento cada vez mais rápido, estávamos sem camisinha mas naquele momento estava pouco me fodendo, aquela buceta tava tão apertada que tava me levando a loucura, não tem coisa melhor que descabaçar uma mulher, invertemos os papeis, eu por cima e ela de pernas abertas para mim, comecei com movimentos lentos e fui acelerando, ela já não aparentava mais estar com tanta dor, fui bombando até encher ela de porra, depois levantamos ainda com meu pau um pouco sujo de sangue e descemos correndo para o fretado, essa foi só a primeira vez, sempre que podemos sempre voltamos pra la, ela agora está viciada em sexo, em quase toda viagem do ônibus fretado pela empresa quando vai vazio nós repetimos a dose no fundão.

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